"O que nunca ninguém diz, porventura com medo de parecer vaidoso, é que a inteligência tem um preço: a solidão" (Nuno Lobo Antunes)
sábado, março 20, 2010
Porque os anos passam...
sexta-feira, março 19, 2010
Podiam estranhar...
Comi tanto, mas tanto, mas tanto...
Olha para mim a concordar com o Passos Coelho...
A ideia assusta-me! Claro que agora parece-me demasiado tarde para outra solução: seria adiar ainda mais e já não há pachorra para esperar! Embora possa sempre existe um atalho: lutar por uma ANA regional, com gente boa da terra, com capacidade para lutar pelo nosso aeroporto! E neste momento, deverá ser esta a nossa guerra!
Já não há respeito!
"Boa noite.
Encontrei este artigo na net.
Um jovem gordinho, bem parecido, que até fazia tranças com o cabelo.
Conheces?"
Logo te respondo!!!
quinta-feira, março 18, 2010
Vamos lá falar a sério...
Se o que reza o PCP é verdade, então o seu membro na Região de Turismo que tenha um par deles venha a publico falar e demita-se em protesto! Porque se se vão limitar a mandar bocas na imprensa, ficamos todos com a sensação que é mais um episódio da velha fábula: dizer mal, pelo prazer de mal dizer! E começamos todos a estar fartos de ressabiamentos!
Mortes na Escola (titulo tipo Correio da Manha)
Nas ultimas semanas, com desmesurado destaque para o alegado suicídio de um aluno e discretamente no caso do suicídio de um Professor, o País comentou aquilo que os especialistas de hoje chamam de bullying, ou seja, actos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo (bully ou "valentão") ou grupo de indivíduos com o objetivo de intimidar ou agredir outro indivíduo (ou grupo de indivíduos) incapaz(es) de se defender.
Não vou falar sobre suicídio: é um tema demasiado complexo, que não domino e sempre entendi que quando não entendemos um tema, o silêncio é um discurso eloquente. Mas se não gosto de falar do que não sei, tenho prazer em debater o ensino.
Ponderei muito antes de escrever estas linhas: por um lado estou ciente que as minhas posições não são politicamente correctas e, por outro, tenho algum receio de juntar a minha voz à histeria, pretendendo deixar claro que o bullying sempre existiu, mesmo antes de cabeças pensantes inventarem um anglicanismo para baptizar o fenómeno!
Quero deixar clara uma declaração de interesses: continuo a acreditar que a Educação é o melhor mecanismo de justiça social, que é através da formação que se esbatem as diferenças de classes: luto e vou lutar sempre pela igualdade de oportunidades, que permita a que cada um, pelo seu trabalho e mérito, possa ter uma vida mais confortável que os seus antecessores. Não ignoro que hoje é mais simples aderir a um partido, abanar caninamente a cabeça e esperar uma injustificada benesse: mas vou bater-me sempre pelo ensino!
Mas é preciso repensar a escola, mormente a noção de universalidade no ensino: se todos temos de lutar para que a Escola seja para todos, para que os jovens de todas as idades tenham acesso ao ensino, em todos os seus graus, nunca devemos esquecer que o ensino é um direito, não um dever! Que na escola devem estar todos aqueles que querem estar na Escola, mas esta não deve ser um prisão ou um campo de refugiados onde são depositados jovens, que ao longo dos tempos deram provas que não querem aprender, não respeitam quem aprende e ensina, cuja única finalidade que prosseguem é permitir que os pais recebam rendimento mínimo e aperfeiçoarem a arte da criminalidade!
Não é para estes que existe o escola e a universalidade do ensino não é incompatível com a expulsão de quem tem comportamentos desviantes, quer contra colegas, quer contra professores ou funcionários!
Durante uns anos cultivou-se uma ideia romântica do ensino, onde a escola era um sítio para as crianças e adolescentes serem felizes e desfrutarem! Uma ideia bonita, como bonitas são outras ideias parvas: a Escola é um local onde se trabalha, onde se premeia o mérito, um local onde a exigência deverá ser sempre um critério fundamental! Um espaço que deve procurar a excelência, onde apenas fazem falta aqueles que querem lá estar: sejam alunos, ou professores!
quarta-feira, março 17, 2010
O orçamento municipal para o Teatro
Coisas Vermelhas, das boas..
Tinha a foto guardada, mas decidi exibir hoje com receio de vir a ser tarde! O Benfica tem 15 para mostrar o que vale: do céu ao inferno! Recordo-me do Sporting do Peseiro: era quase campeão, quase vencedor da Taça Uefa, quase vencedor da Taça de Portugal. E bastou uma semana para tudo se esfumar! Como será com o Benfica nos próximos três jogos!Uma Adendazinha: numa tarde foram vendidas os 60.000 bilhetes para o Benfica-Braga! Há coisas do ... pénis, não há?!
terça-feira, março 16, 2010
CMBeja (Com Adenda)
Foi aprovado ontem* - finalmente - o orçamento da CMBeja, com os votos contra da CDU. Questionados sobre a razão do voto contra, fontes próximas esclareceram que votaram contra, porque sim!* aprovado na reunião de Câmara. Agora vai para a Assembleia onde a maioria é CDU. Vai ser animado...
Adenda: as razões do PCP, no sítio do costume!
Com outra Adenda: uma reflexão interessante de Lopes Guerreiro
Politécnico de Beja
Informa-se ainda que esta publicidade é gratuita e não conta para avaliação!
Gostei da Ideia
Promover junto dos cidadãos projectos e instrumentos específicos de combate à pobreza e exclusão social é o ponto de partida da próxima Feira Social, cuja realização está programada para o dia 18 de Março, quinta-feira, na Praça da República de Beja.
Ao longo do dia, os visitantes da feira poderão tomar contacto com a informação relativa ao Complemento Solidário para Idosos e Cartão Municipal Sénior da Câmara Municipal de Beja. Estará também disponível informação sobre o trabalho desenvolvido pelo Banco Alimentar, Comissões Sociais Inter-freguesias e Cruz Vermelha Portuguesa. No mesmo espaço, estará patente uma exposição fotográfica da Rede Europeia Anti-Pobreza sobre a temática da pobreza e exclusão social e será exibido um filme alusivo ao Ano Europeu de Combate à Pobreza e Exclusão Social.
E que seja uma espécie de pontapé de saída para uns mercados na Praça. Ainda não me convenceram que tentar um mercado mensal de produtos biológicos não era boa ideia!
segunda-feira, março 15, 2010
Podia ser uma espécie de carta aberta!
Sou defensor acérrimo da avaliação: a prática de não avaliar e premiar o mérito conduz à mediocridade, sendo esta uma das mais prementes causas para a desvalorização das Instituições! Não ignoro que todo e qualquer critério de avaliação suscita questões, que inexistem modelos perfeitos, mas sempre preferi um modelo imperfeito que a ausência de modelos; por outro lado, as dificuldades apenas travam os cobardes!
Pelo que fica escrito, obviamente que defendo a existência de avaliação dos docentes dentro do IPBeja e não vou despejar energia numa imensa querela a debater cada critério e cada percentagem: a avaliação que venha e cá estarei para ser avaliado! Mas não resisto a deixar uma breve reflexão!
Para se avaliar profissionalmente alguém deve previamente responder-se à pergunta: o que se exige profissionalmente dessa pessoa?
No caso de um docente do Ensino Superior Politécnico, resulta da lei e do bom senso, que deverá investigar (investigação pura ou contribuições com a comunidade empresarial), estar disponível para órgãos e projectos da Instituição e leccionar! Pessoalmente entendo que lhe compete ainda envolver-se em questões de cidadania, colaborando com projectos, associações, comunicação social, mas entendo, que há quem discorde e que sendo minha a afirmação, seja susceptível de ser encarada como defesa de causa própria, pelo que, não insisto neste ponto!
Se é consensual que esta é a missão do Docente, também a avaliação deve fazer-se nestes moldes: não apenas porque uma avaliação só tem lógica se avaliarmos aquilo que é suposto o profissional fazer, como a avaliação deverá servir como uma indicação das exigências funcionais!
Por tudo – e sem querer perder demasiado tempo com a querela – acho inarrável qualquer avaliação docente que não contemple, com peso significativo, o desempenho do Docente em sala de aula: desculpem a ignorância, mas no dia em que um Politécnico não servir para dar aulas, o que o justifica? São falíveis as avaliações realizadas pelos alunos? São passíveis de falhar, como qualquer outro modelo de avaliação, mas recuso-me hoje e vou recusar-me sempre, a passar um atestado de estupidez aos meus alunos, embarcar no argumento que eles avaliam com base no facilitismo do docente ou na sua simpatia pessoal! E com a legitimidade de quem sempre foi conhecido por dar notas baixas e de quem reconhece que a simpatia não é a minha principal virtude, tenho um histórico de avaliações que me permite provar o que fica escrito!
Seja qual for o modelo de avaliação escolhido pelo IPBeja vou respeita-lo! Mas respeitar as Instituições não é calar cobardemente: um modelo que não contemple a avaliação em sala de aula (ou esta tenha um valor meramente simbólico) é um modelo estúpido!
domingo, março 14, 2010
Já ninguém respeita a minha privacidade!
(ps - é notável aquele queixoso, que ficou tão indignado que assistiu do princípio ao fim!)
Uma ajudinha... (Com Adenda)

sábado, março 13, 2010
Deve haver uma razão...
No fundo há uma razão! Falar nisto abre um debate proibido, o debate da tão amada universalidade no ensino, que obriga a andar na escola quem não quer estudar, sem meios para expulsar "estudantes" do Ensino!

