... é o grande responsável por a crise Grega que se alastrou a Portugal, Espanha e Itália!
Porque se os alemães tivessem ido a correr pagar as dívidas da Grécia, provavelmente nada disto acontecia! Bem sei que na Alemanha não há 127 profissões onde as pessoas se reformam aos 50 e poucos anos e têm de trabalhar até aos 67 anos: mas é preciso que os alemães percebam, que trabalhar no sul, perto do mar e com calor é muito mais desgastante que trabalhar naquele clima parvo que eles têm!
Não ignoro que na Alemanha não há 15 mês de ordenado, mas a Grécia é bem mais religiosa e era inconcebível não haver um subsidio na Páscoa para oferecer amêndoas e borrego; um povo que apenas gosta de salsichas, não reúne os requisitos para ter direito a um vencimento extra para comprar borrego!
Como, só mentes tortuosas entendem, como é que a Alemanha, apenas porque soube combater a corrupção, se veste de autoridade arrogante e se recusou a pagar a corrupção grega!
Só o egoísmo alemão não entende, que um povo organizado e trabalhador, que cumpre horários, que produz bens, deverá estar sempre disponível para recompensar a improdutividade alheia; bem sei que a malta na Grécia e em Portugal passa mais tempo a conversar no emprego do que a trabalhar, mas, na Alemanha só não o fazem, porque falam aquela língua esquisita que ninguém entende, pelo que a conversa se torna difícil. E porque, sem querer ofender, não um povo tão simpático e bonacheirão como nós os latinos, o que obviamente se traduz em maiores tempo de lazer.
Construir uma Europa unida é respeitar a genética de cada povo, as idiossincrasias de cada região: se há pessoas que geneticamente são mais propensas para trabalhar, então esses que o façam e que se respeite a solidariedade entre povos, pagando os vícios daqueles que só não trabalham mais, porque a genética, o clima e a própria natureza das coisas não permite! Porque sejamos honestos: porque raio é que um Alemão se vai reformar aos 50 anos e ficar na rua a apanhar neve, quando podia perfeitamente trabalhar até aos 80, num quentinho de um escritório ou de uma fábrica, permitindo pela sua solidariedade o ócio de quem mais precisa!
Porque se os alemães tivessem ido a correr pagar as dívidas da Grécia, provavelmente nada disto acontecia! Bem sei que na Alemanha não há 127 profissões onde as pessoas se reformam aos 50 e poucos anos e têm de trabalhar até aos 67 anos: mas é preciso que os alemães percebam, que trabalhar no sul, perto do mar e com calor é muito mais desgastante que trabalhar naquele clima parvo que eles têm!
Não ignoro que na Alemanha não há 15 mês de ordenado, mas a Grécia é bem mais religiosa e era inconcebível não haver um subsidio na Páscoa para oferecer amêndoas e borrego; um povo que apenas gosta de salsichas, não reúne os requisitos para ter direito a um vencimento extra para comprar borrego!
Como, só mentes tortuosas entendem, como é que a Alemanha, apenas porque soube combater a corrupção, se veste de autoridade arrogante e se recusou a pagar a corrupção grega!
Só o egoísmo alemão não entende, que um povo organizado e trabalhador, que cumpre horários, que produz bens, deverá estar sempre disponível para recompensar a improdutividade alheia; bem sei que a malta na Grécia e em Portugal passa mais tempo a conversar no emprego do que a trabalhar, mas, na Alemanha só não o fazem, porque falam aquela língua esquisita que ninguém entende, pelo que a conversa se torna difícil. E porque, sem querer ofender, não um povo tão simpático e bonacheirão como nós os latinos, o que obviamente se traduz em maiores tempo de lazer.
Construir uma Europa unida é respeitar a genética de cada povo, as idiossincrasias de cada região: se há pessoas que geneticamente são mais propensas para trabalhar, então esses que o façam e que se respeite a solidariedade entre povos, pagando os vícios daqueles que só não trabalham mais, porque a genética, o clima e a própria natureza das coisas não permite! Porque sejamos honestos: porque raio é que um Alemão se vai reformar aos 50 anos e ficar na rua a apanhar neve, quando podia perfeitamente trabalhar até aos 80, num quentinho de um escritório ou de uma fábrica, permitindo pela sua solidariedade o ócio de quem mais precisa!



