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domingo, maio 29, 2011

As questões praticamente importantes de dividem a Humanidade!

Bem sei que este é uma blogue javardeco! Que muitos destes textos apenas podiam ser assinados por um trolha! Ou pior! Mas quem me conhece sabe que não sou completamente ordinário e que, de quando em quando, até pareço uma pessoa quase decente! Com preocupações cívicas, culturais e umas tretas do género!
E sou um gajo que pensa nas coisas realmente importantes da vida! Aquelas que todas as pessoas pensam, mas apenas eu partilho! 
Mas vamos ao clitóris da questão, que já farta de preliminares! Minhas queridas leitoras, amigas e outras: o que se passa com os decotes?! E não me refiro a este saborosa mania de usar soutien apertados para as mamocas pularem cá para fora?! 
Como é sabido eu não aprecio mamas! Nunca percebi essa mania nacional de ficarem abichanados a olhar para as tetas, como se as mamocas fossem alguma coisa de especial, como se não fossem umas meras bolhas bicudas inchadas, uma espécie de inflamação, mas de caracter permanente! Aliás, ainda na semana passada, torci o pé, fiquei com uma mamoca no tornozelo e não andei feito otário a apalpar o inchaço, com olhos esbugalhados! 
O que me incomoda esta noite quente e partilho com os leitores, questionando: qual a atitude correcta que um gajo quase decente ter perante aqueles decotes soberbos que as gajas agora usam?! Olhar ou não olhar, eis a minha questão! Porque nenhum gajo decente gosta de olhar para os decotes das gajas e ter de suportar as mamocas a olharem os nossos olhos, mas, muitos como eu, sentimo-nos constrangidos a olhar, porque é uma indelicadeza para com as mulheres, que sofregamente andam com as ditas de fora, não dar umas espreitada, apenas para elas dormirem mais satisfeitas! Pelo que, caras amigas, se por estes dias deram com o tipo a galar-lhe as mamas, tenham a decência de dizer obrigado, porque, por vezes cansa, um tipo ser generoso e altruísta e não receber uma palavra amiga de consolação!

sexta-feira, maio 20, 2011

As estranhas obsessões sexuais das mulheres...


Não me considero um tipo retrógrado! Posso ser um pouco conservador, mas sou um tipo liberal nos costumes e respeito a intimidade de cada um: mas faz-me confusão a obsessão das mulheres por fazer trios, aquela fantasia recorrente de praticamente todas as mulheres que sonham e desesperam por irem duas para a cama com o mesmo homem, ao mesmo tempo e de preferência com ele ébrio mas ainda acordado!
Que fique claro: não tenho nada contra as lésbicas nem com as mulheres que têm sexo com outras mulheres, deixando claro que até acho graça! Excepto quando usam vibras! Não pela contradição de dispensarem os homens e depois de usarem um de plástico, porque pessoalmente sempre defendi que a única coerência na nossa vida são as nossas contradições! Mas uma coisa são contradições outra hipocrisias: e não entendo porque as lésbicas, que como todos são sabemos são todas de esquerda e ecologistas, pelo que não compreendo a apetência delas para gastar pilhas! Querem usar vibradores, então inventem vibradores ecológicos e acabem com essa treta de desperdiçar energia!!
Mas regressemos ao busílis da nossa meditação: porque estranha razão as mulheres tanto insistem em ir aos pares para a cama com o mesmo homem? Já não lhes chega irem juntas ao wc?! Compreendo e respeito as mulheres que querem ir para a cama com dois homens: afinal de contas, os homens em Portugal são tão ruins na cama, que com dois ao mesmo tempo a coisa pode até correr menos mal! Mas, duas só com uma pila? Será que elas são tão taradas que se esquecem de matemática? Por acaso se as minhas caras amigas vão ao Pingo Doce comprar um chourição levam seis sacos plásticos?!!
Humildemente confesso que até não tenho nada especialmente contra as badalhoquices, mas da mesma forma que de quando em quando devemos ver os níveis de colesterol, também era importante que as mulheres do meu País pensassem nas coisas realmente importantes na vida, que dessem valor às relações monogâmicas com poucos homens e deixassem de pensar nessa porcaria de passar o tempo a pensar em partilhar pilas!
Compreendo que em determinada idade da vida, vivemos a época de fazer experiências, andamos ansiosos por experimentar coisas novas e sensações diferentes: mas se têm tanta vontade de experimentar algo que nunca fizeram, porque não passar a ferro ou fazer uma feijoada com feijão sem ser de lata, vestir cuecas normais quando vão para os copos, ver os jogos do Benfica ou dedicarem-se à estranha arte de conseguirem fazer compras em menos de duas horas? Tudo exemplos de coisas que podem fazer em conjunto, até com um homem a assistir e dar instruções, de forma decente e com roupinha!

domingo, maio 08, 2011

Podia perfeitamente ser uma espécie de homenagem à Ovibeja e à feira de Castro

Em plena crise do FMI, mais da troika ou troica, despedimentos, cortes, impostos, e mais qualquer coisa, só porque cheira a verão, as mulheres do meu País, após os primeiros raios de sol, têm uma única preocupação na cabeça: como ficarem gajas boas a tempo do Verão!
Basta um passeio pela cidade, para vê-las em hordas a caminhos dos ginásios, manadas de cuzudas a passear na passerelle das anafadas, procurando em trinta dias encontrar o corpo perfeito! Pelo que a pergunta exige-se: quais os requisitos para que um homem qualifique uma mulher como um gaja boa?
Sendo uma questão que suscita perturbantes e acutilantes obras de investigação sociológica, no Vigra e Prozac juntamo-nos a esse estudo! E depois do complexo esforço de observar cus, mamas e pernas, pensamos ter a conseguido alcançar a conclusão que há anos atravessa o espírito humano!
O que para um homem faz com que uma mulher seja uma gaja boa é … ter pouca roupa! Uma gaja quase despida, é sempre uma gaja boa! E tudo o resto são tretas!
Os críticos e os puritanos vão contradizer-me; alegar que nem todos os homens pensam assim! Sim! Terão razão! Há homens que não pensam assim: chamam-se paneleiros!
Agora macho que é macho, arrota, peida e chama boa a qualquer mulher que mostre mais carne do que oculta! As mamocas (bolhas, como antes expliquei) podem ser grandes, pequenas, descaídas, arrebitadas, uma ou até três, que, desde que estejam visíveis, a malta olha e gaba! As mamocas mais feias do mundo, quando desnudas, tornam-se apetecíveis bolhas! E não há macho neste mundo que, sejam bonitas ou feias, novas ou velhas, resista a espreitar para qualquer decote que desfile na sua frente!
E que dizer das pernas? Há por aí homens que se preocupe se as pernas são esbeltas, elegantes, musculadas, firmes? O que a malta quer é que estejam à mostra; a qualidade da perna é inversamente proporcional ao tamanho da saia! E digo mais, minhas leitoras: se o vosso marido/namorado/"desenrascador" vos disser: "já vistes, que pernas feias ela tem?"; tenham cuidado: ou anda a come-la ou a tentar! Até porque, vamos ser honestos: as pernas apenas servem, para se abrirem!
Um cu bom? Desde logo, é um que se possa utilizar!!! Porque se for só para ver, há revistas da especialidade! E depois, macho que é gajo, depois do quinto whisky, qualquer cuzinho é um bom rabo; mesmo o dos amigos, quanto mais o das amigas!
A questão do rosto? Não há caras feias! O que há são homens que ainda não beberam o suficiente; mulher feia à meia noite, é girinha às duas, bonita às quatro e às seis da manha é linda de morrer! Especialmente quando a seguir se levanta e vai directa para casa!
Por fim, a vossa famosa vossa celulite (da das outras, que as minhas leitoras não têm!): acham mesmo que quando tiram as calcinhas a malta está preocupada com a celulite? Acham mesmo que é para aí que a malta olha? Honestamente, Já alguma de vez ouviram a frase: “não querida, coito anal agora não quero, porque se vê a celulite; passa-me a patareca se fazes favor!”?
Minhas queridas leitoras, querem ser gajas boas? Esqueçam os ginásios e as dietas, ignorem os cremes, poções e mezinhas: DISPAM-SE e todas serão gajas boas para os nossos angelicais olhares!

sábado, abril 30, 2011

Porque um homem de esquerda é de esquerda e um homem de direita, é de direita!



Depois deste deslumbrante post onde sabiamente expus a diferença entre o pensamento feminino de esquerda e de direita, fui provocado para elucidar a clientela deste blogue muito mal frequentado, sobre as diferenças entre um homem de esquerda e de direita!
Confesso que estranhei alguém me fazer a pergunta tão pueril, porque são tão visíveis as diferenças que esta reflexão é inútil, porquanto as dissemelhanças são óbvias! Mas depois recordaram-me que a malta de esquerda também lê este blogue, pelo que se exige uma explicação mais simples.
A primeira evidência, axiomaticamente insofismável é no vestuário: o homem de direita veste-se e o de esquerda cobre-se com tecidos; se ambos são religiosos, os gajos de direita rezam a Jesus Cristo e os de esquerda a Che Guevara, sendo que, comungam da convição religiosa de que quem não segue o seu Deus deve arder no Inferno. Mas a religiosidade dá-lhe tolerância, tanto que, respeitam quem pensa diferente, chamando-lhes carinhosamente cambada de burros, oportunistas, filhos de umas pêgas! 
O homem de direita, tem presente em cada momento o valor divino da vida e em todas as suas acções tem presentes os ensinamentos da Igreja e as recomendações do Papa; por exemplo, por obediência às leis de Deus, o homem de direita sempre que participa em orgias ou faz o sexo com prostitutas, recusa-se a usar preservativo, porque o preservativo é pecado. Aliás, é o mesmo princípio que leva a mulher de Direita a fazer abortos, recusando-se a usar a pílula: mais vale pecar três ou dez vezes com os abortos que todos os dias usando a pílula! O gajo de esquerda é bem mais tolerante no sexo: agarrado à velha máxima “um cu é um cu”, seja gajo ou gaja, está pago, marcha!
O homem de direita tem muito mais estima pela sua parceira que o homem de esquerda, que, via de regra, maltrata as mulheres, mesmo as que não gostam! Como é consabido o homem de direita, preserva a sua mulher, esforçando-se para poupar a "rola" conjugal, coagindo-se a frequentar outras; no mesmo sentido, este é um homem sensível, que respeita a intimidade da mulher, dando-lhe todo o espaço que esta precisa, preferencialmente na cozinha! Já o tipo de esquerda, rouba a identidade à sua mulher, insistindo em roubar à sua esposa o prazer de lavar, cozinhar e limpar a casa, embora, nunca lhe exigem que façam a depilação.
O homem de esquerda é mais culto que o de direita; ele diz perceber o cinema português, gosta de ir àqueles teatros completamente vazios, diz ler Lobo Antunes e acha Saramago melhor que sexo; já o de Direita, é mais iletrado, e acha que cultura é ver o Sporting, ir a Touradas e a festas! O homem de esquerda vê pornografia, o de direitas masturba-se a ver criancinhas a passar fome e os sem abrigo a comer do balde do lixo!

quarta-feira, janeiro 05, 2011

E depois ainda se queixam e reclamam que antigamente é que era bom...

 

Na véspera de ano novo, vi com horror e choque, num daqueles canais quase pornográficos da televisão por cabo, uma interminável maratona do Sexo e a Cidade, sem exagero, uns mil episódios seguidos! Nunca vou conseguir perceber como é que num País livre ainda não proibiram esta série, como é que, anos após terminar, ainda repetem a série e, pasme-se, até fazem filmes a evocar as Madame Bovarys das Américas!
Deixemo-nos de eufemismos e outras mariquices com palavras caras: esta série é a grande responsável pelo surgimento de uma geração de semi-pêgas, gajedo que via a série e desatou a gostar de fazer sexo e de andar a pular de pila em pila, como se fossem homens ou abelhas com cio!
A perigosidade é que as miúdas têm aquelas cabeças muito arejadas, vêm estas coisas na televisão e pensam que é verdade: interiorizam que as mulheres podem andar em bandos, de bar em bar, com roupinhas de marca e a comer gajos! Sejamos honestos: em Baleizão ou Nova Iorque a Carrie jamais ficaria com o Big aos quarenta anos; com sorte, arranjava um barrigudo, meio careca e com falta de um dente de lado, que lhe ia aos cornos quando o Sporting perdesse!
Eu não sou moralista, nem conservador, acho mal que se bata nas mulheres com muita força e até não me repugna que elas gostem de fazer o coito: mas dito isto, importa perceber que qualquer pessoa tem acesso à televisão e só mentes perturbadas dão este tipo de série na véspera de noite de ano novo! Porque estava visto o que iria acontecer: as gajas saíram de casa com os clitóris a badalar, beberam as garrafas de champagne – ou fizeram coisa pior – e depois andar a chafurdar na indecência até de madrugada, doidinhas por alguma alma caridosa lhes roubar a cuequinha azul! E depois.. é aqui que surgem os anO novos!

domingo, setembro 05, 2010

Os tau taus...

No tempo dos meus avós se um tipo dava uma sova de porrada na mulher, isso significava que o casamento era saudável e que tudo corria bem; competia à mulher tudo fazer para que não fizesse para merecer mais! Até porque naquele saudoso tempo, os homens tinham princípios e carácter, pelo que só batiam nas mulheres por duas ordens de razão: quando elas mereciam e quando elas não mereciam! Na geração dos meus pais, inventaram essa treta da igualdade dos sexos (como se um piço fosse igual ao grelo!!!) e começaram a dizer que era incorrecto um gajo bater na sua gaja…muitas vezes! Vieram mesmo uns iluminados, dizer que era crime o marido bater na mulher!! Ou mesmo na senhora da lavandaria, como explico neste artigo! E depois queixam-se que o casamento está em crise: se um gajo não pode dar porrada na mulher, vai casar para quê? Para ir ao Modelo? Para chegar bêbedo a casa e ter de ouvir a tipa aos gritos atrás da porta, com a vassoura na mão, com cara de quem vai voar??! Mas as coisas mudam! Na minha geração um gajo que dê porrada na gaja é… modernaço! Nestes confusos tempos do Império do Grelo, numa época em que assistimos ao Triunfo da Vagina, apraz-me reconhecer a capacidade imaginativa dos machos, para manterem viva a ancestral tradição de arriar nas mulheres! Perseguidos por uma sociedade injusta, por leis absurdas que procuraram o esbulhar ao Homem o legitimo e consuetudinário direito de bater na Mulher, a argúcia masculina inventou o sexo sadomasoquista! Para que não sabe, sexo sadomasoquista reúne sadismo com masoquismo: ou seja, o homem que sente prazer em dar porrada (o Sado) e a mulher que é convencida que levar porrada na cama é coisa boa (Masoquismo)! Reconheço o engenho da coisa: quando o legislador se esforça para criminalizar a porrada conjugal, o macho inventa forma de dar porrada na tipa e ainda a obrigar a gritar de prazer, como se o orgasmo que sente fosse verdadeiro! O Benfica perde, um tipo chega a casa fulo e quer arrear na mulher, baixa as calças põe o pito de fora, crava-lhe dois valentes murros na tromba e diz-lhe melosamente: “- Então mor, gostaste dos preliminares?!” Com a enorme vantagem de, não apenas não é ilícito penal, como depois de dois valentes murros, não há mulher nenhuma que se queixe de umas palmadas na bundinha! É nestas coisas que eu gosto da modernidade; antigamente, se um gajo chamava puta à sua esposa, corria o risco de um processo-crime; agora, na intimidade coital, um gajo pode chamar-lhe todos os nomes que ela ainda vai contar orgulhosa às amigas que tem um leãozinho na cama!

quarta-feira, agosto 18, 2010

Homens desesperados pedem ajuda...

Nos últimos tempos, com maior incidência desde que começou esta onda de calor que incendeia as florestas e os corpos femininos, tenho recebido múltiplas súplicas de homens desesperados, que me rogam e imploram, sobre a fórmula mágica de impedir que as mulheres nos façam sexo oral! Meus caros, é repleto de impotência que vos afirmo que não é fácil impedir que elas vão lá abaixo, mas investiguei este drama colectivo de forma a vos conseguir dar, não propriamente uma resposta, mas uma palavra amiga e solidária!
Não há uma formula mágica, mas meditando em conjunto podemos encontrar caminhos; por exemplo, parece-me pertinente evitar lavar o seu pequeno pénis, porquanto, há sempre a possibilidade de o desagradável odor afastar as bocas femininas mais tímidas: andar com ele limpo e lavadinho é meio caminho andado para ser obrigado a ir ao castigo!
Na actual e estranha conjuntura, parece-me relevante deixar crescer livremente a floresta, nunca em caso algum, ter a infeliz ideia de depilar o seu rés-do-chão: lendo Freud constata-se que a geração de fêmeas actuais é filha de homens de bigode, pelo que, desenvolveram uma psicose por cabeludos em cima rapados em baixo, não resistindo ao abocanhamento selvagem na condição sub judice!
Uma terceira condição será antecipar-se e ser o meu bom leitor a fazer o supremo sacrifício de ir passear a sua língua na vaginolância, sendo que, e isto é importante, deve esforçar-se ao máximo para realizar esta missão da pior forma possível (o que, no seu caso, requer pouco esforço e empenho): praticar o cunnilingus, também designado por mineteigus, de forma propositadamente imprópria é susceptível de o salvar da desagradável retribuição!
Ainda importante é, nos casos onde todas as tentativas forem infrutíferas e ela foi mesmo lá, manter uma atitude calma e serena, de profundo desinteresse: eu sei que na nossa imensa generosidade, somos demasiadas vezes tentados a dizer blasfémias como "ai tão bom" ou a famosa "nunca ninguém me fez tão bem como tu", mas, estas frases piedosas funcionam para elas como estranhos estímulos, pelo que, elogiar, é sempre um erro!
Por fim, deixando aos leitores aberta a possibilidade de debater o tema, deixo escrito que a melhor forma de impedir que elas nos façam o coiso oral é pedir! Porque, como sabemos, as mulheres são crianças com mamas e menstruação, pelo que é consabido que a melhor forma de impedir que façam algo é pedir para fazer...

sexta-feira, julho 02, 2010

A depilação de que ninguém fala!

Há meses e meses que não escrevia este tipo de textos, mas há momentos na vida em que temos de levantar a nossa voz para escrever as verdades que outros preferem calar, as realidades que alguns fingem não ver!

Sim, este post é sobre depilação, sobre a novelle arte de tratar os cabelos lá de baixo! Desde já uma declaração de interesses que assumo com frontalidade: eu sou tendencialmente contra a depilação, mormente esta mania quotidiana de rapar a totalidade da pelagem da terra prometida! Os pêlos estão lá por alguma razão: se não fizessem falta, o Senhor não os tinha lá plantado: pelo que retirar de lá os ditos cujos é tão ridículo como os galinhas não terem penas!

Diz-me o leitor mais desatento: mas antes de comer uma galinha temos de lhe tirar as penas! Pois bem, atente ao que fica escrito: só tiramos as penas no momento de as comer, o que confirma a minha premissa, de que andar a catar os pêlos sem razão, não se entende!

Mas não é sobre isto que vos quero falar nesta madrugada! (até porque estou a escrever isto às 7 da tarde a ouvir um discurso do Pedro Passos Coelho). Não vos quero falar de pintelhos, mas sim de coelhos, ou seja, os pêlos perto dos anús!

O que fazer as estes pêlos?!! Porque rapar na frente e deixar tudo igual atrás, será como ir à praia, bronzear a barriga e voltar para casa sem que as costas apanhem sol! Por outro lado, sejamos honestos, por mais que um gajo adore as suas gajas, há sempre um dia, que está doidinho para as ver pelas costas!!! Não falar destes pêlos, não os cuidar, desrespeita-los, é uma vergonhosa e inadmissível tirania totalitarista, uma espécie de fascismo capilar, uma intragável xenofobia!

E aqui é que se coloca o drama! Ir à esteticista, confessar à menina que o namorado aprecia o dito cujo e colocar-se em posição de frango assado? Ir para um ginásio, estar oito meses a fazer alongamentos, para ter ginástica suficiente para ser uma self made woman e rapar-se a si própria? Correr o risco de pedir ao amigo às cores para o fazer, correndo o risco de sentir uma penetradora surpresa?

Minhas concidadãs, temo não ser portador da verdade absoluta, que não abro o fecho e tiro uma solução milagrosa: para oferecer, mais não tenho, que solidariedade e preocupação e total disponibilidade para trabalhar convosco numa solução que possa agradar a todos!

quinta-feira, junho 24, 2010

As mulheres são umas taradas...

As mulheres são todas umas malucas. É um facto sobejamente conhecido, insofismável, que as mulheres passam todo o dia a pensar em sexo. Mas esta verdade, como outras incontestáveis, tende a ser escamoteada!
Vamos aos factos; nem nos vamos deter nas evidências: se pensarmos na mulher que acorda, vai ao wc e lava as partes íntimas: acham que somos tontos e não percebemos que quando os dedos lá passam não estão a pensar na higiene pessoal?
A mulher veste-se; são os três mil cremes, o baton, a depilação, o rímel, o blush (que só usam porque a palavra tem a sonoridade de outra coisa), as meias de ligas, as cuequinhas dentais, as mini saias, os decotes, os soutiens que espevitam ou aumentam as bolhas, etc: alguém acredita na treta de que o fazem para se sentirem bem com elas próprias? A treta de se valorizarem???
Mais. Gaja que é mulher passa o início da manha a correr (os putos, o pequeno almoço, levar à escola, o parvo do marido ensonado aos puns pela casa a atrapalhar); enfim, a mulher que é gaja, passa a manha a correr! Corre, porque tem que ir, mas, vai e volta, logo vem: ou seja, o correr é uma forma de vir-se, ainda que metafórica!
Porque as mulheres não andam a pé? Porque adoram montar-se no carro e agarrarem-se ao manípulo! Ou seja, pensamentos pecaminosos, cheios de malícia, que elas têm! Vão para o trabalho! Qual a única razão que as mulheres trabalham fora da tranquilidade do lar? Para conhecer gajos! Enquanto o coitado do esforçado marido está a ganhar pela vida, as gajas estão confortavelmente nos empregos, galando os gajos, flirtando, namoriscando! Ou outras coisas que rimam com roda!
Está a chegar o Verão; ou seja: época das dietas. Reparam no que elas comem? Cenouras, tomates, pepinos, bananas, grelos, uma salada russa, salada de bacalhau, etc: tudo comidas com conotação sexual!
Regressam a casa, depois de um dia que dizem ter estado a trabalhar e gritam ao coitado do marido para as ir ajudar para a cozinha! Claro que a palavra é código, afinal de contas os putos estão a ouvir; quando a mulher diz, querida vem à cozinha, quer dizer “vem-me ao cuzinho”; a troca da vogal, é só para disfarçar!
O acto de fazer o almoço; já antes expliquei o que significa, por isso não me repito. Mas o mesmo se aplica às restantes refeições; agarremos no exemplo de fazer um bolo! Primeiro acto: bater, mexer, provar, mete-lo no forno, engolir para ver se está bom: é a exacta discrição de uma relação sexual!
Depois a treta da lida da casa; lavar e esfregar; vamos ser honestos; a mulher apenas lava a roupa pelo prazer de esfregar!!! Pior ainda com a mania de lavar o chão; o que leva uma mulher a andar de esfregona e vassoura pela casa: o prazer de passar meia hora por dia agarrada ao pau! E logo um pau daquele tamanho, que só poucos de nós podemos ombrear (para quem não percebe indirectas, estou a incluir-me no lote!!!!)!
E o que dizer da história de as mulheres ficarem em casa e os homens irem ver futebol com amigos e beber imperiais! Outra enorme tanga; os homens são expulsos do conforto do lar, induzidos a irem para cafés e bares mal frequentados, expostos a terríveis doenças, porque as gajas querem ficar sozinhas em casa, para verem os canais pornos! São tão egoístas, que colocam a sua satisfação orgásmica à frente dos interesses da família. Sim, porque o que todo o homem deseja é passar o fds em casa e não ser obrigado a ir sair com outros machos, também eles espoliados da tranquilidade do lar!
Durante anos, foi um dos maiores segredos da humanidade (a par da fórmula da coca-cola e das preferências sexuais do José Castelo Branco): porque as mulheres vão aos pares para a casa de banho? Evidentemente para espreitar as coisinhas umas das outras!!
A mulher é tão tarada por sexo, que até pensa nisso nas horas mais impróprias! Discordam? Pensem comigo: quem já assistiu a uma mulher, deitada na marquesa, de pernas escancaradas, com várias pessoas a olhar para a sua intima intimidade; repararam nos gritos??? Que gritos são aqueles se não um valente orgasmo?
(repost)

domingo, junho 13, 2010

Os filmes da minha geração...


Na minha geração há dois grandes filmes que nos marcaram! Falo obviamente do Pretty Woman e do Instinto Fatal! Sobre o Pretty Woman não me apetece falar agora! Não por ser demasiado lamechas, mas porque, sobretudo, marcou as mulheres da minha geração! Como todos sabemos a mensagem subliminar do filme é claro: mulheres, podem ser rameiras à vontade, que mais tarde ou mais cedo aparece um parvo montado num cavalo branco que as tira da rua e, qual Luis de Matos, transforma pêgas em princesas! Mas não é sobre isso que quero iluminar aqueles que todos os dias vêm aprender a este blogue! Acabou de dar agora o Instinto Fatal, com aquela magnifica cena final onde ela tem a bimby escondida debaixo da cama, pronta para lhe dar umas facadinhas! O mais desatento leitor e a ingénua leitora podem pensar que o filme marcou a minha geração pelo suspense psicológico, pela intriga, pela banda sonora, pela actuação soberba dos actores e todas as outras mariquices que os críticos de cinema dizem: aqueles expressões sumarentas tipo enredo, enrolo, conteúdo, influência urbana e outros dislates que eles usam para se armarem em eruditos e lixarem a malta! Tretas, mas enfim... O filme marcou toda uma geração por três únicas e boas razões: a primeira, obviamente, aquele soberbo cruzar de pernas! Desde esse dia, as mulheres da minha geração perceberam, que só serão realmente sexys no dia em que forem passear sem lingerie, arejando o bacalhau! A segunda razão para ver o filme são as quecas, mormente, a queca no wc! O que nos levanta dois problemas! (eu sei que levanta mais coisas que dão problemas, mas isso agora não interessa nada!) Depois dessa cena, mulher que se preze só é sensual depois de comer outra mulher e, homem que é homem, tem de jantar alguém num wc, no jardim público, naquela relva do castelo ou qualquer outro sítio onde haja o risco de ser apanhado! Após essa cena, o sexo que era uma matéria privada feita no escurinho de um quarto, em regra com ela acordada, começou a ser obrigatório em locais públicos, pela pseudo excitação de ser apanhado! E sem que ninguém se questione que por alguma razão os pelos chamam-se púbicos e não públicos! Por fim, a cena final, se me permite a redundância estúpida de terminar pelo fim! Porque isto é terrivelmente importante! Recordo a cena! Ela com a faca na mão, depois daquela outra cena em que lhe diz que aquela foi a "queca do século", com a faca na mão, pergunta-lhe: que vamos fazer agora? E quando ele diz que vão fornicar que nem coelhos, ter um bando de filhos e viverem felizes para sempre, ela responde que não gosta de crianças e prepara-se para lhe dar uma facada! O que só não acontece, porque ele diz que não faz questão de ter filhos! Porque se ele fizesse questão em ter filhos, tinha sido feito em picadinho e ia ser alimento para os porcos! Posto isto, pergunto: o que aprendemos com este filme? Que para um gajo não ser triturado, tem que dar quecas como coelhos, com gajas que comem outras gajas e exigem o coito em wc nojentas, sem que possa aspirar à paternidade! Depois disto, ainda acham estranho o facto de ter sido a minha geração a inventar o casamento gay?!

segunda-feira, maio 10, 2010

Coisas praticamente importantes...

Enquanto estou a parir estas linhas, está a chover para caraças. Como bem sabe o leitor, chover para caraças designa a pluviosidade que medeia entre a chuva tímida e uma chuvada obscena. Mas apesar deste texto a poder deixar húmida, não é sobre o tempo que pretendo dissertar esta noite, mas antes sobre algo quase crucial.
Já assumi no passado que gosto mais de noites de chuva que dias de sol, por razões que escapam ao contexto destas linhas e por mais uma que partilho agora. Porque há uma coisa profundamente odiosa no Verão, que me chateia amargamente: a mania das gajas, mal começa o calor, andarem por aí de tetas de fora, expondo-nos aos seus caprichos mamários.
E nem sequer é um vírus que afecte apenas as gajas feias e imprestáveis: já me aconteceu constar, que mulheres perfeitamente aptas para levar com ele, fazem o mesmo, passeando pela cidade com as saltitantes a abanar, implorando por um olhar de carinho e compreensão!
De uma vez por todas, entendam uma coisa: essa história de os homens gostaram de mamas é um mito, uma falsidade inventada por mulheres pouco frequentadas, desesperadas por um olhar. Se os homens gostassem mesmo de olhar para tetas, faziam uma operação, implantavam silicone em si próprios e podiam passar o dia a olhar e apalpar as suas próprias tetas., todos contentinhos abanando-as ao espelho e a apertar os bicos. Aliás, mesmo sem implantes, conheço muitos homens que têm um valente par de mamas e, como é natural, obviamente que preferem coçar os tin tins a apalpa-las.
Já sei que vão começar com as provocações indecentes e recordar que ainda no outro no café olhei-te para as bolhas, mas isso são falácias: os homens nunca olham para as tetas das gajas. São as vossas mamas que espreitam para os nossos olhos, que ficam ali pontiagudas a olhar descaradamente para nós.
Admito que de quando em quando, haja gajos que não desviam os olhos e sujeitam-se à tortura de ter um par de mamas a encara-los; mas fazem-no por piedade, por compaixão, porque sentem pena do vosso desespero.
Reconheço que há ainda outra razão que leva os homens, em certos momentos da sua vida, a admirarem as vossas tetas: o desejo de paternidade. Só isso justifica que os homens as apalpem - de forma a ver a sua consistência -, que alguns cheguem mesmo a beija-las e chupa-las - apenas para perceberem se estão num bom estado para que os filhos possam ir ao refeitório e ter leite comestível - ou mesmo, quando se aproxima o desejo de procriar, passar pelo suplicio de chegar a elogia-las.
Dito isto é o momento de vos dizer a verdade, de carinhosamente vos pedir de juízo, de suplicar que terminem com essa tonta mania de andarem com as vossas mamas a espreitar os nossos olhos, poupando-nos a tão desagradável visão...

segunda-feira, setembro 21, 2009

As Gajas e os Trios...



Não me considero um tipo retrógrado! Posso ser um pouco conservador, mas sou um tipo liberal nos costumes e respeito a intimidade de cada um: mas faz-me confusão a obsessão das mulheres por fazer trios, aquela fantasia recorrente de praticamente todas as mulheres que sonham e desesperam por irem duas para a cama com o mesmo homem, ao mesmo tempo e de preferência com ele ébrio mas ainda acordado!
Que fique claro: não tenho nada contra as lésbicas nem com as mulheres que têm sexo com outras mulheres, deixando claro que até acho graça! Excepto quando usam vibras! Não pela contradição de dispensarem os homens e depois de usarem um de plástico, porque pessoalmente sempre defendi que a única coerência na nossa vida são as nossas contradições! Mas uma coisa são contradições outra hipocrisias: e não entendo porque as lésbicas, que como todos são sabemos são todas de esquerda e ecologistas, pelo que não compreendo a apetência delas para gastar pilhas! (com h).
Mas regressemos ao busílis da nossa meditação: porque estranha razão as mulheres tanto insistem em ir aos pares para a cama com o mesmo homem? Já não lhes chega irem juntas ao wc?! Compreendo e respeito as mulheres que querem ir para a cama com dois homens: afinal de contas, os homens em Portugal são tão ruins na cama, que com dois ao mesmo tempo a coisa pode até correr menos mal! Mas, duas só com uma pila? Será que elas são tão taradas que se esquecem de matemática? Por acaso se as minhas caras amigas vão ao Pingo Doce comprar um chourição levam seis sacos plásticos?!!
Humildemente confesso que até não tenho nada especialmente contra as badalhoquices, mas da mesma forma que de quando em quando devemos ver os níveis de colesterol, também era importante que as mulheres do meu País pensassem nas coisas realmente importantes na vida, que dessem valor às relações monogâmicas com poucos homens e deixassem de pensar nessa porcaria de passar o tempo a pensar em partilhar pilas!
Compreendo que em determinada idade da vida, vivemos a época de fazer experiências, andamos ansiosos por experimentar coisas novas e sensações diferentes: mas se têm tanta vontade de experimentar algo que nunca fizeram, porque não passar a ferro ou fazer uma feijoada com feijão sem ser de lata, vestir cuecas normais quando vão para os copos, ver os jogos do Benfica ou dedicarem-se à estranha arte de conseguirem fazer compras em menos de duas horas? Tudo exemplos de coisas que podem fazer em conjunto, até com um homem a assistir e dar instruções, de forma decente e com roupinha!

quarta-feira, agosto 19, 2009

A virgindade...

Como os meus mais experientes leitores bem sabem, gosto de meditar sobre as coisas realmente importantes, aquelas que penetram nas inquietas e sapientes mentes que se ocupam de coisas genuinamente de vácua importância!
E hoje quero dissertar consigo sobre a importância da virgindade no século XXI! Porque isto é uma tema terrivelmente pertinente e é o momento de alguém dizer em alto aquilo que outros dizem em surdina, porque esta preocupação é minha, sua e de quem a quiser apanhar. Porque a vivem-se tempo de intolerável vagabundagem, sendo que, e acredite que eu falo verdade, há mesmo gajas que chegam aos trinta e poucos anos e já consumiram vaginalmente duas e mesmo três pilas diferentes! O que é obviamente inaceitável!
Como os meus leitores homens sou acérrimo defensor da abstinência! O que como se sabe é totalmente compatível com a natalidade: todos sabemos que há centenas de mulheres virgens que engravidam e, não penso apenas em Nossa Senhora, mas nas milhares de adolescentes que sem nunca praticarem o coito engravidam por se limparem à mesma toalha que os seus namorados e amigos de ocasião!
Mas e especialmente em período eleitoral importa discretear sobre a candura cândida da virgindade! Porque as mulheres querem-se puras e quase inocentes! Daí a importância do sexo anal e oral, como forma de as mulheres permanecerem puras e pouco usadas!
Praticar aberta e aleatoriamente o coito alternativo com muitos é a maior prova de pureza e integridade das fêmeas, a forma de ter a certeza que na sua virtude se escondem inúmeras qualidades! Por isso, caso a leitora queira ser virtuosa, compre uma mola para colocar no nariz e fazer muito oral e 250 gramas de manteiga com sal, para não aleijar e magoar as pilas dos seus amigos, quando penetra um seu sector do esgoto...

domingo, abril 26, 2009

Porque hoje ainda é 25 de Abril..

Num momento de profunda confusão ideológica, em que a crise do subprime levou os Governos de Direita a nacionalizar Bancos perante o queixume da Esquerda, mais do que nunca exige-se um esforço de clarificação, demonstrar os tons claros de uma clivagem que dividem duas filosofias de vida, diferentes perspectivas de encarar o mundo, distintos modelos de vida.
Tomemos com exemplo as mulheres: basta um singelo olhar para compreendermos as inúmeras diferenças que separam uma mulher de esquerda de uma mulher de direita. E não me refiro a aspectos meramente acessórios: aquilo que as de esquerda não gostam muito de tomar banho, sendo evidente, não deixa de ser um pequeno pormenor. E, sinceramente, sempre achei que essa coisa de tomar banho era sobrevalorizada!
Não me apetece ser fútil, mas num texto com estas características era incompreensível não deixar a pergunta: se as lojas dos chineses fechassem, onde é que as tipas de esquerda iam comprar a roupa? Será que é uma obrigação ideológica vestirem aqueles trapos largos? Será a roupa justa uma injustiça social? E aqueles cabelos? Alguém me explica a razão? Da ultima vez que meditei sobre o tema, as Cabeleireiras não eram propriamente multinacionais capitalistas exploradoras dos operariado, mas jovens atiradiças de classe média-baixa com demasiada água-oxigenada do cabelo, pelo que, honestamente, não vejo qual o problema de passarem lá uma vez por mês para desempeçarem os cabelos. E não falo de extremismos: não me passaria pela cabeça sugerir a uma mulher de esquerda que fosse a uma estética desbravar “o vale peludo”, porquanto compreendo bem que quem não faz o buço nem apara os pêlos debaixo dos braços, se iria sentir incomoda com a dita cuja depenada!
Mas, o que realmente distingue uma mulher de esquerda de uma de direita é ao nível da sexualidade. Esclareço que pretendo com esta Douta reflexão explanar uma visão imparcial e objectiva, pelo que não se procurem nestas linhas encontrar qualquer hierarquização de preferências: para que fique claro, estou convicto que uma mulher, seja de esquerda ou de direita, desde que diga que sim e no fim gema, se quiser estar comigo, fica perto da perfeição!!! Mas, como dizia, a intimidade distingue as mulheres dos diferentes campos ideológicas; desde logo, como é consabido, têm diferentes visões sobre o “fazer o amor”, sendo que, como todos sabem, a mulher de Direita pratica o coito para procriar e a de Esquerda para abortar!
No que diz respeito ao coito anal, as mulheres de Direita não têm serventia, provavelmente por recalcamentos religiosos; no entanto, sublinhe-se, que a componente cristã torna-se muito útil no que ao sexo oral concerne, porquanto, desde petizas habituadas a ajoelharem-se de olhos bem fechados, basta dizer que é a hora da hóstia para escancararem a boca e com agrado recebem a penitência.
Uma menção final, para os apreciadores dessa imundice do sexo em grupo: é profundamente desaconselhável persuadir a mulher de Direita a participar, porque elas têm aquela mania da propriedade privada, agarram-se ao seu “património” e impedem-no de partilhar a sua riqueza; por outro lado, a mulher de esquerda apenas se realiza completamente numa democrática orgia, oferecendo os seus meios de produção ao povo, agarrando nas mãos as “bandeiras” do proletariado, usurpando o “capital” até à ultima gota, sem classe nem estado, na procura do bem comum, pensando sempre naqueles com mais necessidades…
(repost)

domingo, abril 12, 2009

Manifesto contra as calças de ganga!

Se Portugal fosse um País a sério, as gajas não poderiam usar calças de ganga! Como todos sabem esse ignomínia que são as calças de ganga para quem tem grelo deveu-se a um pato de sangue entre um estilista gay e Satanás!
As calças de ganga para as gajas são construídas com um produto especial que faz com que todos os rabos das gajas fiquem giros! Por mais absurdo e maltratado que seja o rabo, com calças de ganga a malta pensa que ainda está em condições. E depois um gajo olha! E volta a olhar!
Como todos sabemos é estatisticamente improvável que todas as gajas tenham um rabo perfeito. Ou pelo menos comestível. Comestível, para o olhar! Porque sem ser para o olhar, todos são comestíveis, excepto os das hemorróidas! E mesmo assim nem todos, porque ainda há mulheres que são generosas!
Mas porque me irritam as calças de gangas femininas? Pela mesma razão que não gosto de ver um anúncio publicitário do Continente e depois chegar lá e não haver o produto ou não estar nas condições publicitadas: a minha irritação relaciona-se com a publicidade enganosa! Que devia ser proibida!
Claro que haverá gajas com bons cus. O que é mais uma razão para agradecer ao Senhor. Mas todos sabemos que a maioria das bundas lusitana são de fraca qualidade. E têm aquela coisa que é a celulite. Para quem não sabe, a celulite é uma coisa que as mulheres têm na cabeça e dizem ter no cu e que serve como desculpa para olharem para os cus umas das outras! O problema - e é grave - é que com as calças de ganga até a mais decrepita bunda parece um rabo a sério. Até que as gajas tiram as calças! E aquilo que se achava empinado é um monte de gordura rabujenta e mole! O que pode fazer mal à saude, especialmente para quem sofre de colestrole.
E é por isso mesmo, por razões de saúde pública de moral e de decência que as gajas não deviam usar calças de ganga. Só aquelas mini saias de ganga muito minis deviam ser permitidas pela lei dos homens e leis de Deus!

domingo, fevereiro 15, 2009

A verdadeira obsessão dos homens…

… são as bolas. Não essas que o meu perverso e mal intencionado leitor tem na cabeça (metaforicamente, é claro), mas as bolas de futebol! Seja qual for a idade ou a condição, o local ou o tipo de roupa, o verdadeiro tuga não resiste a uma bola de futebol! Um tipo vai caminhando, ensimesmado ou contemplativo, que quando a bola “se abeira de nós” (um miminho para os meus leitores do Norte), não resistimos a dar-lhe um toque, ainda que ligeiro, demonstrando ao mundo a nossa arte, ou a carência da mesma. Sei que muitos discordam e sustentam que a tara dos homens são as mamas, mas estou em perfeito e consciente desacordo: aquilo que nos motiva é uma bola de futebol. Porque mesmo que a bola seja de outro desporto, nós temos de trata-la como se fosse do desporto que dizem ser rei neste país republicano.
Veja-se o caso da praia, quando a malta vai a banhos: quem cultiva o delicioso prazer de dar uma volta à beira mar (mesmo sem kafka), ainda que vá distraído a ouvir a musica do bar, ao aproximar-se de banhistas desportistas, sofre do profano pecado de desejar que a bola se aproxime de nós para matarmos o estranho vício! Mais. Estou convictamente imbuído da convicção que os homens apenas olham para tudo o que é mamas, porque nas arredondadas formas vêm duas inocentes bolas de futebol! A paixão pelo futebol tem toda uma natureza abichanada: a malta paga para ver homens de pouca roupa, que correm suados e agarram-se uns aos outros - mais gay que o futebol só mesmo o râguebi ou a tourada, embora no caso desta os forcados vestem aquelas roupas para assumir a homossexualidade – mas, ainda assim, jogamos futebol e sentimo-nos muito machos! Atrás da bola. Por causa da obsessão das bolas. Não dessas!

terça-feira, dezembro 09, 2008

Em defesa das mulheres que vão de fato de treino às compras!

Bem sei que o meu bom leitor, penetra na leitura destas linhas, com um preconceituoso sorriso de desconfiança, erroneamente convicto que não há perdão para a parolice de ir ao Domingo de fato de treino ao Modelo. O que é extremamente injusto: desde logo o Modelo em Beja já não existe e, mesmo quando existia, ao Domingo fechava de tarde, pelo que só por vil preconceito poderá falar nas domingueiras de fato de treino! Mas, refutar com esta argumentação, seria não invadir o cerne da questão e é imperdoável quando não vamos ao cerne da coisa!
Começo com uma declaração de interesses: sou acérrimo defensor da prerrogativa constitucional de uma mulher usar fato de treino no hipermercado, por um acervo de razoes que vou inventar a seguir! Desde logo condeno esta tendência fascizante de obrigar as mulheres a andarem sempre bem vestidas, obrigando-as a no Sagrado Dia terem de tomar banho e lavar os sovacos, pentearem-se e porem a porcaria dos cremes, vestir roupa lavada a fazerem depilação vaginal para irem ao supermercado, como se as compras fossem pagas em géneros e não em euros. Por outro lado, a verdade verdadeira obriga a deixar escrito que defender o fato de treino é defender as tradições lusitanas, a portugalidade. São inaceitáveis as concessões que fazemos aos bárbaros costumes de outros povos, mormente, a desvalorização da versatilidade no vestuário, em proibir socialmente o uso de uma roupa que dá para ir correr ou dormir, lavar o carro ou a loiça, desfilar no centro comercial ou na alameda das rabudas! E mais do que isso: toda a gente sabe que ir às compras é o jogging do século XXI e, todos acharíamos piroso, ver uma gaja a correr no matagal de mini-saia e saltos altos, excepto, se tivesse a ser perseguida por uma cuzuda ressabiada!
A mulher que usa fato de treino no supermercado é uma mulher completa e sensual, em paz com a sua sexualidade, sem a obsessiva necessidade de em cada momento agradar aos pornográficos olhos dos caçadores furtivos do meio urbano; contrariamente a essas frustradas que têm bimbys, as mulheres de fato de treino são suficientemente fêmeas para cozinharem no fogão e preferem um barrigudo que lhes oferece uns conjugais estalos, que deleitarem-se com um amante a pilhas. Reconheço que a mulher do fato de treino compra lingerie no chinês, mas, apenas o faz, porque sabe distinguir o acessório do principal e sabe que a verdadeira riqueza da mulher não está na lingerie que ostenta, mas no seu interior! Na sua mente, obviamente…

quarta-feira, novembro 05, 2008

Violações...


Nunca compreendi muito bem o que leva as gajas a queixarem-se de violação. Passam a vida a queixar-se que os homens não mostram interesse nelas, que não fazem nada para as agradar, que passam o tempo a vegetar frente à TV, mas, se um tipo toma a iniciativa, se demonstra que tem interesse e desejo por elas, vão a correr queixar-se à polícia!
Com esforço, consigo compreender que no tempo em que ainda havia gajas virgens, estas sentisse algum incómodo em serem violadas: como todos sabemos, preservar a pureza é extremamente rentável ao nível das prendas de natal e aniversário, porquanto um gajo para ter o deleitoso prazer de ser o primeiro fornicador, tende a fingir que realmente se interessa por elas. Mas, que tontas razões, levam uma mulher já experimentada a armar-se em pudicazinha e apresentar queixa, só porque fez amor com um homem, contra a vontade dela?
Da mesma forma que Deus fez os alimentos para saciar a fome, que as casas são construídas para serem habitadas, também as “ratinhas” têm uma função social: serem usufruídas por pitos carentes!
E não me venha com a treta da violência: toda a gente sabe que as gajas do nosso tempo, adoram todas levar umas palmadinhas! Até porque, como toda a gente sabe, a mulher violada deseja fazer o coito: apenas, naquele momento, esqueceu-se que tem vontade! O violador mais não faz, do que recorda-la dos seus verdadeiros desejos, consegue penetrar na mente da violada, recordando-a da essência feminina, da sua razão de existir.
Na era do higienicamente correcto, o pessoal tem medo de dizer verdades! Mas não me vou acobardar e escrever o que todos pensam: sempre que uma mulher é brutalmente violada e mutilada, a culpa é fundamentalmente dela! Como os intelectuais de esquerda tão bem explicaram, da mesma forma que se um gajo vai ao Banco pedir empréstimos que não pode pagar e a culpa é dos macabros bancários que nos enganam com juros baratos e promoções, também na violação a culpa é das gajas, que são todas boas e usam roupa que excitam um pobre “pito” que, coitado, nada mais pode fazer, do que deixar-se ir e soltar o animal que se esconde dentro de cada besta!

quarta-feira, outubro 29, 2008

A esquerda e a direita - Versão Masculina



Depois deste deslumbrante post onde sabiamente expus a diferença entre o pensamento feminino de esquerda e de direita, fui provocado para elucidar a clientela deste blogue, sobre as diferenças entre um homem de esquerda e de direita!
Confesso que estranhei alguém me fazer a pergunta, porque são tão visíveis as diferenças que esta reflexão é inútil. A olho despido, percebe-se logo que o homem de Direita usa roupa e o de esquerda cobre-se com tecidos; é vê-los todos contentinhos a passear de fato de treino nos supermercados, todos felizes com a revista da Bymbi. Depois, há a religiosidade: o tipo de esquerda após a vasectomia mental acha que Deus é Karl Marx, Lenine e Estaline os apóstrofos, Gorbatchov é Judas e Sócrates a Maria Madalena; dessa confusão, muita coisa se explica…
. Já o homem de Direita, tem presente em cada momento o valor divino da vida e em todas as suas acções tem presentes os ensinamentos da Igreja e as recomendações do Papa; por exemplo, por obediência às leis de Deus, o homem de Direita sempre que participa em orgias ou faz o sexo com prostitutas, recusa-se a usar preservativo, porque o preservativo é pecado. Aliás, é o mesmo principio que leva a mulher de Direita a fazer abortos em Inglaterra (onde o catolicismo não é predominante) recusando-se a usar a pílula: mais vale pecar três ou dez vezes com os abortos que todos os dias usando a pílula!
Mas, recentrando a análise no sexo forte, é axiomático que o Homem de Direita tem muito mais estima pela sua parceira que o homem de esquerda, que, via de regra, maltrata as mulheres! Como é consabido o homem de Direita, preserva a sua mulher, esforçando-se para poupar a "rola" conjugal, coagindo-se a frequentar outras; no mesmo sentido, este é um homem sensível, que respeita a intimidade da mulher, dando-lhe todo o espaço que esta precisa, preferencialmente na cozinha! Já o tipo de esquerda, rouba a identidade à sua mulher, insistindo em roubar à sua esposa o prazer de lavar, cozinhar e limpar a casa. Aliás, as características que os homens procuram nas mulheres, ajudam a perceber a sua diferenciação ideológica. O de Direita, é extremamente selectivo na sua escolha e apenas aprecia mulheres que sejam altas, médias ou baixas, morenas, loiras ou ruiva, gordas ou magras, brancas, mulatas e negras, independentemente dos seios, recatadas quando estão sóbrios, descaradas quer tenham ou não bebido; já o tipo de esquerda, aprecia quando têm pelos nas pernas, barba e bigode, cabelo à morangos com açúcar, peitorais fortes e bíceps bem delineados, que gostem de frequentar a mata e wc públicos… O que já todos sabíamos: a discussão do casamento nas últimas semanas não dividiu os homofóbicos dos defensores das liberdades individuais, mas distinguiu os homens a sério dos rabetas.
O homem de esquerda é mais culto que o de direita; ele consegue perceber o cinema português, gosta de ir àqueles teatros completamente vazios, diz ler Lobo Antunes e acha Saramago melhor que sexo; já o de Direita, é mais iletrado, tende a confundir a letra "P" com a "F" e acha que cultura é ver o Sporting, ir a Touradas e a festas e, devido ao lapso supra mencionado, diz adorar Poder! Mas, das minhas palavras, não é licito inferir-se que o homem de direita seja mais inteligente que o de direita: acho intolerável esse preconceito e sou o primeiro a refuta-lo: acredite o meu bom leitor, que já cheguei a conhecer homens de esquerda, praticamente inteligentes.

segunda-feira, outubro 06, 2008

A esquerda e a direita...


Num momento de profunda confusão ideológica, em que a crise do subprime levou os Governos de Direita a nacionalizar Bancos perante o queixume da Esquerda, mais do que nunca exige-se um esforço de clarificação, demonstrar os tons claros de uma clivagem que dividem duas filosofias de vida, diferentes perspectivas de encarar o mundo, distintos modelos de vida.
Tomemos com exemplo as mulheres: basta um singelo olhar para compreendermos as inúmeras diferenças que separam uma mulher de esquerda de uma mulher de direita. E não me refiro a aspectos meramente acessórios: aquilo que as de esquerda não gostam muito de tomar banho, sendo evidente, não deixa de ser um pequeno pormenor. E, sinceramente, sempre achei que essa coisa de tomar banho era sobrevalorizada!
Não me apetece ser fútil, mas num texto com estas características era incompreensível não deixar a pergunta: se as lojas dos chineses fechassem, onde é que as tipas de esquerda iam comprar a roupa? Será que é uma obrigação ideológica vestirem aqueles trapos largos? Será a roupa justa uma injustiça social? E aqueles cabelos? Alguém me explica a razão? Da ultima vez que meditei sobre o tema, as Cabeleireiras não eram propriamente multinacionais capitalistas exploradoras dos operariado, mas jovens atiradiças de classe média-baixa com demasiada água-oxigenada do cabelo, pelo que, honestamente, não vejo qual o problema de passarem lá uma vez por mês para desempeçarem os cabelos. E não falo de extremismos: não me passaria pela cabeça sugerir a uma mulher de esquerda que fosse a uma estética desbravar “o vale peludo”, porquanto compreendo bem que quem não faz o buço nem apara os pêlos debaixo dos braços, se iria sentir incomoda com a dita cuja depenada!
Mas, o que realmente distingue uma mulher de esquerda de uma de direita é ao nível da sexualidade. Esclareço que pretendo com esta Douta reflexão explanar uma visão imparcial e objectiva, pelo que não se procurem nestas linhas encontrar qualquer hierarquização de preferências: para que fique claro, estou convicto que uma mulher, seja de esquerda ou de direita, desde que diga que sim e no fim gema, se quiser estar comigo, fica perto da perfeição!!! Mas, como dizia, a intimidade distingue as mulheres dos diferentes campos ideológicas; desde logo, como é consabido, têm diferentes visões sobre o “fazer o amor”, sendo que, como todos sabem, a mulher de Direita pratica o coito para procriar e a de Esquerda para abortar!
No que diz respeito ao coito anal, as mulheres de Direita não têm serventia, provavelmente por recalcamentos religiosos; no entanto, sublinhe-se, que a componente cristã torna-se muito útil no que ao sexo oral concerne, porquanto, desde petizas habituadas a ajoelharem-se de olhos bem fechados, basta dizer que é a hora da hóstia para escancararem a boca e com agrado recebem a penitência.
Uma menção final, para os apreciadores dessa imundice do sexo em grupo: é profundamente desaconselhável persuadir a mulher de Direita a participar, porque elas têm aquela mania da propriedade privada, agarram-se ao seu “património” e impedem-no de partilhar a sua riqueza; por outro lado, a mulher de esquerda apenas se realiza completamente numa democrática orgia, oferecendo os seus meios de produção ao povo, agarrando nas mãos as “bandeiras” do proletariado, usurpando o “capital” até à ultima gota, sem classe nem estado, na procura do bem comum, pensando sempre naqueles com mais necessidades…