sábado, novembro 15, 2008

Cambada de "Xulos" ordinários... (Com adenda)

Hoje até os trato pelo nome porquanto esta notícia da Rádio Voz da Planície está uma delicia
Enquanto o Estado persistir em ser uma pessoa de má fé, não tem legitimidade para exigir nada de ninguém! (parabéns, Teixeira). A PIDE do trabalho, rebaptizada de Autoridade para as Condições do Trabalho, que multa empresários por não cumprirem a legislação laboral, mormente os recibos verdes, tem meia centena de juristas a recibo verdes, há mais de cinco anos. Claro que nada disto nos deve surpreender: a ASAE tinha os seus extintores fora de validade e andava feita ordinária a multar esforçados empresários.

Adenda: ao que fica escrito, junte-se o facto de também um determinado sindicato alegadamente ter vários formadores a recibo verdes há anos...

Vénus de Milo

Quer comentar esta escultura?

sexta-feira, novembro 14, 2008

HELP, ou como se diz em alentejano, Ajudem-me porra!! (COm adenda)

Faça um burro feliz: ensine-me a colocar notas de rodapé no word 2007 que empanquei...

Adenda: Problema resolvido! Obrigado pela assistência telefónica. Abraço! (ps- afinal, ter um blogue sempre tem alguma utilidade!)

Porque perguntar não devia ofender...

... pergunto: qual o adjectivo que se aplica a um "professores" que incita miúdos de 10-12 anos a faltarem às aulas e irem manifestar-se contra a Ministra! (antes das bocas, oiçam as declarações públicas dos manifestantes e perguntem aos vossos "pikenos")

A manif dos estudantes...

Esta manhã cruzei-me com a Manifestação Espontânea dos Estudantes, por coincidência quando o Ministro da Falta de Trabalho veio visitar aqui o burgo. Por acaso, do muito pouco que conheço, acho que é absurdo o novo Estatuto do Aluno, que aumenta a irresponsabilidade. Mas não me apetece falar nisso. Prefiro recordar, regressar no tempo aos meus 17 anos, quando também eu desfilava na rua exigindo a demissão da Ministra (curiosamente, a Manuela), salvo erro em luta contra a PGA, numa manif de alunos, em que informalmente organizei na escola (com outros) e fomos juntar-nos aos alunos do Liceu, sob a batuta do António Revez (o mano).
Lembro-me de percorrer toda a cidade (com menos aparato policial que o disparate que vi hoje), gritando na porta do Governo Civil e depois desfilar pela cidade cantando palavras de ordem. Recordo-me que a meio da manif, fui para casa dar uma deliciosa queca: acho que foi nesse dia, que começou a minha ternura pelas mulheres de esquerda!

Quem tramou Nuno Abreu... (com adenda)

Por razões relacionadas com a minha participação nos órgãos sociais da Associação de Futebol de Beja (por estes dias, mais de Direito que de facto), não gosto de abordar no blogue questões relacionadas com futebol regional. Mas este post não é sobre futebol. Fui atleta do CDBeja em duas modalidades e tive a infelicidade de assistir ao encerramento de uma, tendo de ir para Castro Verde continuar a minha triste prática de hóquei em patins. Pelo exposto, não é segredo de Estado, que estimo o mais representativo clube da minha cidade! E é por isso, que ao ler notícias como esta, pergunto: quem tramou Nuno Abreu?
Temo que esta seja a última época do Desportivo de Beja. E claro que espero estar enganado!

Adenda: Uma boa reportagem sobre o mesma tema no... Diário do Alentejo! (obrigado anónimo!)

Continente...

Contrariando a má língua dos críticos, eis a prova provada que Beja não é uma vila ou aldeia, sequer uma cidade ou um País, mas um verdadeiro Continente!
Só agora vi o spot publicitário à abertura (hoje??) do Continente de Beja! No anúncio, a cidade está bonita, não está? Confesso que gostei!

quinta-feira, novembro 13, 2008

Minas de Aljustrel...

... param de laborar seis meses após o regresso, com o apoio do Governo e as promontórios palavras do PM: um exemplo para o País!
Uma péssima notícia para o Baixo Alentejo!

Nova Empresa em Beja...

Numa época em que a desertificação arrasa o interior do País em particular e o Alentejo em geral saúdam-se os novos empreendedores. Especialmente quando prestam um serviço muito pertinente!
Hoje, por exemplo, quinta à noite, também conhecida por noite do grelo maluco, o meu bom leitor pode sentir desejo de ir beber um copo e ser impedido pela megera da sua "mais que tudo, namorada, amiga às cores ou, caso seja radical de esquerda, a sua marida! Para todos estes e mais alguns, surgiu a BauUau que de forma afectuosa, profissional e responsável, cuida dos seus entres queridos na sua ausência. Sublinhe-se que esta empresa presta serviços em todo o distrito de Beja e, quiçá, até em todo o concelho.
BauUau é o primeiro pet sitting alentejano! deixe lá a sua amada: ela merece!

Taradices..

As desculpas que os gajos arranjam para ir às maganas...

A guerra autárquica cá no burgo...

Escondo-me por detrás das palavras de Lopes Guerreiro, cuja parcialidade política confere imparcialidade a estas palavras, subscrevendo que quiçá pela primeira vez em trinta anos o PS tenha condições para disputar, almejando a vitória, nas próximas eleições autárquicas. O nervosismo latente no poder instituído é a prova provada que Pulido Valente tem condições objectivas para ganhar.
Mas só poderá ganhar se tiver a sagacidade para não se rodear de todos os descontentes, fazendo uma campanha negativa e se o partido o deixar ganhar e lhe der as condições que roubou a Carlos Figueiredo, quando lhe impingiram uma lista que, em alguns casos, era ridícula.
Se me perguntassem há um, dois ou seis meses, responderia com total convicção que Pulido Valente era o candidato PS! Hoje, começo a ter dúvidas. Carlos Figueiredo não bateu com a porta num famoso sábado de uma reunião da concelhia e muito se arrependeu. Não acredito que Pulido Valente cometa o mesmo erro! Tem demasiada inteligência política para aceitar ser o rosto de uma lista envenenada. E os boys do PS Beja parece que ainda não perceberam que a Pulido Valente é a única solução com condições para lutar por uma vitória sempre difícil. Havia outro nome? Havia! Mas quem já recusou há quatro anos, agora não vai dizer que sim! E mais não digo. Embora o pudesse fazer! Como eles sabem...

Em defesa da Ministra da Educação

Quando por duas vezes no mesmo ano, milhares de professores se deslocam a Lisboa para se manifestarem contra a Ministra da Educação, é bom senso reconhecer que a classe docente está genuinamente ofendida com a Ministra. Importa reconhecer que nos últimos anos os funcionários públicos foram os principais prejudicados na luta contra o famoso deficit e que algumas alterações legislativas defraudaram as legitimas expectativas destes profissionais, que se sentiram atacados em alegados direitos que pensavam adquiridos!
Por detrás destas mega manifestações, não estão apenas interesses políticos nem a sagacidade de sindicatos que pretendem nas ruas o que os seus partidos perderam nas urnas: esta luta tem na sua base o genuíno descontentamento da larga maioria de uma classe profissional, profundamente descontente com a Ministra. E com legitimas razões de queixa!
Assumido isto, faço-me a pergunta que muitos outros me fazem: porque insisto na defesa desta Ministra, criticada pela quase totalidade do País? Acredite, meu caro ouvinte, que não me move nem o espírito de contradição nem estou imbuído de vil teimosia!
Sou funcionário público e, como tal, faço parte daqueles cujas expectativas foram defraudadas nos últimos cinco anos: por dois anos não tive direito a aumento de vencimento e convivo desde há três com o estigma das carreiras congeladas, impedindo uma promoção que achava ter conquistado por direito e trabalho próprio! Mais. No caso específico do Ensino Superior, sofremos na pele a confusa implementação de um obscuro processo de Bolonha, misturado com sucessivos cortes orçamentais e sub-financiamento que estão a estrangular o funcionamento de Universidades e Politécnicos, com prejuízo de alunos e docentes. Pelo que fica exposto, se me limitar a olhar para o meu umbigo, tenho um imenso rol de razões para culpar este e o outro Governo!
Mas não acho que devemos limitar-nos a olhar para o nosso umbigo; cingindo-me à causa da educação, importa recordar que a primeira função da Ministra não é garantir os direitos dos professores, mas tutelar os interesses dos estudantes. Se insisto em defender a Ministra da Educação de um Governo que me tirou dinheiro do bolso, se cometo a blasfémia de afirmar que Maria de Lurdes Rodrigues é a melhor Ministra da Educação do Portugal democrático, deve-se ao facto de estar convicto que as suas principais bandeiras, são marcos de cidadania e vão mudar para muitíssimo melhor o ensino que se pratica hoje em Portugal: não ignoro que os professores não gostam, mas as aulas de substituição, a avaliação dos professores, as avaliações das escolas, a divisão da carreira, a estabilidade na carreira com contratos a 3 anos e as aulas com tempo integral, são medidas cruciais, ponderadas e muito necessárias!
Sou o primeiro a compreender que defender esta Ministra no actual contexto é uma enorme tolice: obviamente que nem a Ministra nem o seu partido me agradecem e as minhas posições melindram pessoas que estimo, professores que admiro, que se sentem ofendidos pela minha incompreensão, dos direitos de uma classe, da qual me sinto parte! Mas escolho não me calar: porque se a democracia é a vontade da maioria, isso não significa que todas as maiorias sejam donas da razão! E com magníficos professores que tive, que muito estimo e admiro, aprendi que colocar os meus interesses pessoais acima dos interesses gerais é um egoísmo inaceitável! E é em homenagem a estes professores, que me assumo contra a luta dos professores…

As criadas...

Fui ver a peça. E honestamente gostei. Desde logo, foi reconfortante ver que a sala estúdio do Pax Julia estava praticamente cheia, numa noite que mais convidada a lareira, castanhas e gajas nuas. Não me fascinou o texto: admito que seja preconceito meu, mas não tenho especial apetência para textos de esquerda da década de sessenta sobre lutas de classes. Mas sei que por cá, esta minha implicância não faz escala.
Nesta opinião de leigo, os actores são o mais exuberante elemento desta peça; não consigo explicar exactamente a razão, mas acho que é na Direcção de actores que António Revez é mais forte e, nesta peça, o seu trabalho foi excelente.
Ricardo Brito esteve muito bem e sua entrada ofereceu à peça um toque de leveza e humor: colocar um actor
(ainda por cima barbudo e peludo) a fazer um papel feminino é sempre arriscado e não colhe unanimidades! Mas Ricardo é bom e, pelo menos em Beja, a opção resulta! (esta referência foi terrível).
Salvo erro, Tanya Ruivo perdeu esta noite a virgindade no palco, calhando-lhe em sorte, contracenar com Ana Ademar. Começou nervosa; confesso que temi que não aguentasse o texto! Mas foram 90 segundos: depois esqueceu o público, entrou na personagem e esteve realmente bem, quer no humor, quer na tragédia, bem no uso da palavra, excelente no gesto. Deixo para o fim análise a Ana Ademar - que pode o leitor pensar, estar impregnada de parcialidade, pela estima que tenho pela mesma – mas, acredite e vá conferir: de peça para peça, Ana Ademar está cada vez melhor, uma actriz mais completa e versátil! Brilhante no monólogo final, que termina num quase orgasmo teatral!
Pessoalmente, fico sem dúvidas: um dia, que não demora muito tempo, vamos abrir uma revista importante e comentar, esta miúda, viveu em Beja um tempo e actuava no Pax Julia.*
* reparam que fiz este post sem mencionar as cadeiras assassinas da sala estúdio, desenhadas para homenssexuais e senhoras habituadas a sevicias no rabiosque?!!

quarta-feira, novembro 12, 2008

Não consigo compreender...

... a razão porque as pessoas (como no caso da Edia) se queixam dos recibos verdes.

Nota: Peço desculpas aos meus leitores pelo teor pornográfico da fotografia supra, gamada ao 31daArmada!

O estádio e a CMB (Com Conselho de Opinião)

A Câmara Municipal de Beja pondera fechar o estádio Flávio dos Santos, segundo garante o Vereador.
Pergunto, porque perguntar não devia ofender: o estádio ainda está aberto?

Adenda: Pode ouvir aqui o último Conselho de Opinião, onde se falou sobre a revitalização do centro da cidade, da Ministra da Educação e do BPN.

Burla na Internet

Está a circular na Internet uma nova fraude.... Roubam o teu endereço Hotmail, mudam a senha e, através do Messenger e e-mail entram em contacto com todos os teus amigos, obviamente fazendo-se passar por ti e dizendo que estás com enormes problemas.

Depois de te convenceram da premência dos problemas, pedem-te para ires vendada para um local isolado, de chicote na mão, casaco e cinto de ligas e fazem-te o coito de formas estranhíssimas e ainda te obrigam a regressar de táxi para casa, proibindo-te de contar ao teu marido/namorado/companheiro!

Tem muito cuidado: se um quase desconhecido, que começar com uma conversa parva te pedir para ires para um descampado semi-nua NÃO VÁS: é uma fraude!

ENVIA ESTA MENSAGEM A TODOS OS TEUS CONTATOS, ASSIM PODEREMOS NOS AJUDAR UNS AOS OUTROS!!!

Panorama cultural na cidade de Beja (repto ao cidadão ... e aos outros também!)


Quando há uma semana deixei cair a frase “se fosse Presidente da CMB convidava Nicolau Breyner para dirigir o Pax Julia”, entre algumas posições contrárias, fui desafiado para um debate sério sobre cultura. Admito que hesitei. Por um lado, temo que um blogue não seja um espaço indicado para um debate destes; por outro, contrariamente às opiniões dominantes, não acho que a cultura seja a prioridade na nossa cidade.
Mas não vou fugir ao debate, até porque – como muita porrada no percurso – desde há muito que nas minhas crónicas na rádio e na imprensa não fujo do tema e, goste-se ou não do teor das mesmas, tenho opinião publicada sobre o tema.
Por isso, fica o repto! Não para discutir cultura em abstracto ou filosoficamente, mas para falar em concreto de cultura numa perspectiva autárquica. No momento em que os partidos estão a elaborar os seus programas de governo autárquico, o que manteria ou modificaria no que concerne à cultura na nossa cidade.Pessoalmente defendi que o
publico é o grande culpado da escassez de oferta, sem esquecer que os agentes culturais não são inocentes, abordei a celeuma Arte Publica- CMB (levando pacada de ambas as partes!) ou algumas limitações no Pax Julia que me levaram a deixar uma carta aberta ao seu director! Ou aqui em que falei sobre a minha cidade e irritei algumas personalidades

terça-feira, novembro 11, 2008

A Ministra, os alunos, os professores e os ovos!

Bater em professores é quase sempre feio: mas, se for na Ministra da Educação, até tem a sua graça, não é?

Adenda: Para não me acusarem de insensibilidade, repito aqui o repto que deixei aos professores esta tarde no Programa Conselho de Opinião: façam outra mega manifestação, na cidade de Beja. 120.000 professores a manifestarem-se em Beja, pode não resolver os problemas da classe docente, mas, usada e muito a economia na cidade de Beja...

Meu Deus, que gente tão feia...


Adenda: Com direito a música nova...

Depois a maralha anda confusa...

Segundo rezam as crónicas da boa língua, não foi apreciado na Rua da Ancha uma frase minha que dizia qualquer coisa como "nunca sabemos se quem manda é o Presidente ou o Vereador"!
Mas acho mal que ralhem com o facto de a malta andar confusa. A própria Rádio Voz da Planície, especialista em temáticas vermelhas, também já anda um pouco baralhada. Senão vejamos: ontem o sítio da RVM da Internet dizia que "O presidente da Câmara Municipal de Beja visita hoje o Centro Social Nossa Senhora da Graça, em Baleizão. Recordamos que foi a instituição a tomar a iniciativa de fazer os convites a grupos parlamentares e individualidades e que esta é uma estratégia que tem como objectivo "endurecer formas de luta pela construção de quartos" para o internamento dos seus idosos."
Hoje, a RVM dá destaque ao facto de "Miguel Ramalho, vereador da Câmara Municipal de Beja e presidente do Concelho Local de Acção Social, esteve no Centro Social Nossa Senhora da Graça, em Baleizão, e disse que comprovou no terreno "as carências que esta instituição enfrenta".
Depois... a maralha anda confusa e já não sabe quem é o Vereador e quem é o Presidente!

Porque querer, nem sempre é poder...

Se o meu caro leitor tem o privilégio de trabalhar sentado na intimidade de uma secretária, não compreenderá a pertinência desta reflexão. Como a minha boa leitora ou leitora boa, destituída do imenso privilégio de “os” ter, limitando-se a brincar invejosamente com os dos outros, não terá capacidade para alcançar a suprema eloquência das palavras que agora lhe direi!
Falo-lhes hoje do imenso drama do querer e não poder! Aqueles que por inerência social ou profissional, têm a necessidade de encarar um auditório, falar para um público, sempre alheio às palavras ditas, mas com imensa atenção para tudo o que são frivolidades e actos paralelos, sabem bem quão importante é a temática que hoje sabiamente abordo! Porque a todos nos acontece, pelo menos uma vez na vida: enfrentar o público com as boxers demasiado apertadas!
E o que fazer quando esse incómodo ataca a liberdade dos nossos doutos tintins? O meu apressado amigo, pode ser tentado a dar uma resposta apressada, dizendo que o único caminho possível é uma discreta coçadela! Permita-me que respeitosamente discorde. Não que seja contra esse saudável hábito, recordando que desde há muito que assumi a cruzada de lutar contra o preconceito, em
prole das tradições que caracterizam a portugalidade; o que ora afirmo é que exercer o saudável acto de os coçar, no contexto supra referido, é susceptível de perigar a escassa atenção da miudagem barulhenta que nos assiste. Admito que esteja a ser cobarde, desrespeitando a nobre tradição de antigos mestres, que estoicamente os coçavam doutamente em plena sala, com a sábia razão da suprema inteligência de quem não ignora que o saber está na mente de quem fala, não na mão que distraidamente os embala!
Uma outra solução, passa por usar com mestria os bolsos das calças, fazendo escondido aquilo que a vontade exigia que fosse feito abertamente, resguardando a comichão da devassidão dos olhares curiosos; mas, quem os tem, coça-os e que os coça, sabe bem que esta discrição é inimiga do prazer do embalo, sendo um mero paliativo incapaz de saciar o profano desejo de nos entregarmos abertamente e com volúpia a esta intensa necessidade!
Distrair o auditório para rapidamente os ajeitar, sendo tentador, tem uma imensa margem de erro, porquanto, nunca sabemos se estamos a distrair quem já está distraído, correndo o perigo de nos apanharem com a mão na botija, sendo que, neste contexto, botija é um eufemismo para os genuínos testículos. Esses mesmo que, enquanto leu este texto, não resistiu a passar a mão! Não é verdade?

segunda-feira, novembro 10, 2008

Depois de ler isto...

... onde consta que a Policia atacou à porrada meninos de 10 anos, que exerciam o seu direito ao protesto contra o Estatuto do Aluno, dei comigo a meditar: e se os alunos se juntassem e fossem para o Terreiro do Paço fazer uma marcha contra a avaliação dos alunos?

Coisas aqui da vila... (Com Adenda...)

Depois de uns diazitos de indisponibilidade relativa, passeio pela imprensa cá do burgo: destaca-se que Lopes Guerreiro não subscreve a vitimização isolacionista dos autarcas vermelhos, na Rádio Pax o relato do Congresso do PS-Beja* (que afinal parece que existe) e na Voz do Município destaca-se o protesto dos professores, a idade do Primeiro a Baleizão (recordam-se deste post!!!).
Termino com uma nota: brinquei em tom de crítica com a Deputada Alho: mas gostei de ver quem tem carácter e princípios!

* Só não percebi se estavam 150 pessoas como uns dizem ou 200 como dizem os outros...


Adenda: Alguem me sabe informar se desta vez a CMB emprestou o autocarro para a manif?

domingo, novembro 09, 2008

Eu não sei qual a sua opinião...

... mas eu acho graça ver os gajos aos murros uns com os outros!

Nem sei que "titalo" dar a isto...

Quiçá já não façam sentido neste blogue os post "íntimos" mas este enganou a auto-censura! Ontem foi uma noite especial: afinal em vez de jantar com carecas e anafadas, reencontrei amigos a quem uma década ofereceu a serenidade que incrementa a beleza. Num sitio estupidamente agradável, apesar de comidinha fraquinha, recordámos coisas que o tempo não apaga, rimos, muito, trocámos promessas vazias, brincámos, cuscámos as respectivas vidas, numa noite longa que se misturou com o dia.
Mas.. há sempre um mas! Meio dia, um parvito levanta-se mal dormido e constata que a besta do carro empacou! Vá de empurrar, vá de estragar sapato, vá de ligar e voltar a ligar para a vaca da assistência em viagens, vá de esperar e desesperar, esperar pelo gajo do fato de macaco, que em menos de um minuto, resolveu o problema! Sim, porque um pacóvio é sempre um pacóvio e lá por sair da parvónia e ir à cidade, não deixa de ser um labrego...

sábado, novembro 08, 2008

Depois do sucesso do Magalhães, Sócrates apresenta...

... a primeira moto-jipe portuguesa. De certeza a mais ibérica de todas as moto-jipes...

Intimos e Pessoais...

Vou hoje jantar com um bando de anafadas e gordos carecas. Ou não! Porque faz anos que não nos reunimos numa única mesa. É impossível não sentir saudades. Impossível não pensar o que uma década fez de nós. Entre dúvidas, tenho uma certeza: foi bom, não foi?

sexta-feira, novembro 07, 2008

O maior e único criminoso português...

Depois de dez anos de processo e de cerca de trinta acusações, Fátima Felgueiras foi hoje condenada por roubar uma galinha magrinha, andar sem autorização num escorrega da Câmara e por num jogo de futebol entre funcionários, após sofrer um golo, levar a bola para casa.
Não se trata da montanha parir um rato: trata-se de montanha parir uma formiguinha...

Ainda Praxes...

Não gosto de alimentar querelas inócuas, mas, se sempre defendi os meus alunos de ataques absurdos, não vejo razão para hoje ser diferente: sempre que oiço dizer que os caloiros são obrigados a ser praxados pelos "veteranos" maus, recordo sempre aquela senhora, que queixava-se escandalizada, afirmando que os "veteranos" tinham proibido a filha de ir dormir a casa numa quinta-feira à noite...