quarta-feira, julho 27, 2011

é mesmo o fim do mundo com cuecas fio dental com celulite e pêlos pubianos

Quando um norueguês comete um atentado terrorista na noruega é casa para dizer o que fica dito no título que inicia esta prosa! Porque o norte da europa era o reduto da sanidade! Porque quando tudo ruía na latinolância, tínhamos a referência do norte para não perder o sul! Porque os nórdicos são organizados, trabalhadores, empreendedores, cidadãos exemplares, tudo o que sonhamos um dia poder vir a ser! 
E ninguém me grite que por morrer uma andorinha não acaba a primavera: porque o homicida de oslo não é apenas um maluco isolado, porquanto, basta olhar para o crescimento da extrema-direita em vários países referência, para perceber que algo vai mal no reino da tolerância, que a europa corre para um triste abismo, que em cada precipício se está a dar um passo em frente!

Há coisa de cinco anos comecei um semestre convidando os meus alunos para observarem o que angolanos e brasileiras fazem em portugal, porquanto, no espaço de uma década, era o que os nossos jovens estariam a fazer nos países deles e, como em tantas vezes, aborrece-me ter razão! 
A europa é o continente das ideias perdidas, velho, cansado, amorfo, sem tusa para ter imaginação, contemplando a grandeza de outrora, incapaz de pensar o futuro, subjugado aos números, sem ideias políticas, sem grandeza, sem ideias, depauperando-se, com o passar das datas, incapaz de se reformular, de renascer das cinzas com que se mutilou! E isto são caminhos perigosos, que, em regra, acabam as estúpidas guerras! Nunca como agora foi tão urgente pensar, nunca como agora tanta gente abomina os que tentam pensar... 

6 comentários:

  1. Pedro14:53

    Enquanto não houver uma verdadeira União dos 27, e a Europa continuar como está: cada País a preocupar-se com o seu quintal, nunca será uma Europa unida, tal como o seu objectivo.
    Além disso, está o facto de a Europa não se defender: não se defender dos produtos chineses, não se defender dos imigrantes vindos de África, não se defender da saíde de biliões de euros para a américa latina, não se defender do petróleo comprado aos Sauditas, não se defender do gás comprado à Rússia, ... Enquanto não se defender, ficaremos mais velhos, mais pobres, mais fracos e com menos poder no panorama Mundial.

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  2. Anónimo16:58

    espero que a descrição que faz da Europa não seja metaforica para os europeus !?!

    não me apraz engrossar carpideirices, por isso prefiro realçar a coragem e a determinação daquele norueguês que, durante o massacre, salvou cerca de 20 jovens usando o seu bote.
    E, aqui sim, parece-me o princípio do mundo em calções bué fixes !!

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  3. Lembro desse acontecimento. Sim, a "boa política" do bem estar social não está imune a essas manifestações. Eu fico preocupado mesmo é com essa dinâmica neoliberal, me parece libertadora demais quando na verdade não é nada disso. A força desse formato está na alienação. Fenômenos sociais que rotulamos como violência, crimes, doença ou loucura, nada mais são do que um diálogo bem afinado para com a maneira que aprendemos a lidar com nossas relações e a negociá-las a partir de uma perspectiva unilateral e ambiciosa. Fatos como esse na minha compreensão são sintomas, sinalizações dessa engrenagem toda, retratam a precariedade cujo damos as relações que estabelecemos direto e indiretamente (estava lendo um livro que falava justamente que investimos mais em pesquisas de natureza bélica do que em pesquisas sobre a qualidade das relações humanas). Seu texto me leva a muitos "lugares". Pensar racionalmente e sentir deixou de ter uma fronteira clara, alias são processos que se alimentam um ao outro, dar ouvido a isso, talvez seja uma alternativa para ampliar a nossa consciência sobre nós e sobre o outro, sobre a relação que estabelecemos. Mas antes de qualquer coisa, nossa necessidade maior seja integrar essas formas diferentes de compreensões. Não existe uma resposta cujo apenas determinado grupo conserva; não é momento para um grupo ou uma pessoa ser o salvador da pátria, pelo contrário, discordando do final do texto, nunca foi tão importante perceber que tanto os incluídos como também os excluídos reservam racionalidades e sentimentos abarrotados de qualidade e potencialidades para apontar possíveis caminhos. Nunca foi tão importante acreditar nas pessoas (independente do rótulo), em um tempo que insiste em dizer que as mesmas não merecem tal investimento. Por trás desse cenário cujo vendem ou anunciam como assustador, para nos deixar em pânico e, posteriormente, oferecer a nós um produto para nos sentimos melhor ou mais seguros, nos afastando da causa consideravelmente, estão na verdade "as respostas". Por que será que é tão difícil olhar para nos mesmo? Esquecemos-nos que o jovem de Oslo poderia ser qualquer um de nós diante de alguma intensa pressão, tentando da conta de alguma angustia. Parece que fatos como esse, entre outros, vão se tornar cada vez mais comuns, infelizmente.

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