domingo, julho 24, 2011

Então vamos lá interromper as férias para falar nas coisas realmente importantes que ninguém tem coragem de falar!

A poligamia! Urge falar sobre isto: toda a gente a pratica em privado e ninguém a aborda em público! É indecente que em tempos de penúria, em momentos que vamos de PEC em PEC, sem que nenhum pacote seja suficientemente profícuo e eficaz, numa época em que se exigem sacrifícios aos cidadãos, onde se furta o produto do nosso trabalho em impostos usurários, em que se aumenta desmesuradamente os transportes púbicos,  ninguém tenha a serena audácia de colocar em cima da mesa a única discussão que realmente interessa: mais do que a legalização da poligamia, é premente que a poligamia seja obrigatória! 
Desde logo pela questão económica: num tempo em que nos sugam tudo, é da mais óbvia racionalidade que os agregados familiares sejam compostos por três pessoas; não apenas vamos assistir a um aumento do dinheiro disponível que vai espevitar, não apenas a poupança mas também o consumo, como, as famílias poligâmicas está mais protegidas contra o flagelo da precariedade e do desemprego. Não devemos ainda escamotear a pertinência da solução para uma optimização da gestão não financeira da situação familiar: com casamentos a 3 é muito mais simples gerir a ida dos putos para a escola, musica e dança, desportos variados, festas de anos e baptizados! 
Acresce a melhoria da condição humana: não apenas as pessoas se tornam mais generosas e aprendem a partilhar, confrontando-se este latente egoísmo da pseudo exclusividade, absolutamente contra-natura, como se pode por cobro ao triste flagelo das vaginas abandonadas que se passeiam num triste desespero por bares e discotecas, curando o país desta profunda depressão colectiva! 
Defender a poligamia, mais do que uma questão de Estado e de consciência, é a intransigente defesa da raça humana tal como a conhecemos, o verdadeiro e ultimo repto que permite salvar a humanidade! 

7 comentários:

  1. Anónimo00:11

    3 em casa, os quais podem ser 2 mulheres e 1 homem, bem como, 2 homens e uma mulher. Correcto?
    (Ou ainda 3 homens e ou 3 mulheres)

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  2. Anónimo21:33

    "toda a gente" ???

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  3. Pedro22:04

    Só o facto de passar a haver apenas 1 casa para 2 mulheres, em vez de 1 casa por cada mulher, ajudaria o País, visto que os bancos não se endividavam lá fora para que cada português tivesse uma casa. A partir daí, são todas as despesas que seriam cortadas por haver menos uma casa: electricidade, gás, televisão por cabo, ...
    Para bem na Nação, Concordo!

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  4. Já sou defensor desta prática há muito tempo... afinal esta coisa da monogamia é anti-natureza (veja-se o que se passa com outras espécies) e uma "regra" que tem por volta de cem anos, o que convenhamos não é nada na história da humanidade.
    Vejo aliás grandes vantagens na co-existência de várias mulheres na mesma casa, tais como: gestão de todos os trabalhos domésticos; entreajuda durante períodos de gravidez, etc...

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  5. Espera lá... Poligamia aceite, mas sem casamentices. Até porque isso nos iria meter num novo problema, a saber: por que razão um casório a três, e não a quatro? Vamos imaginar que o meu jovem (um deles, no caso) também queria uma 2nd wife? Já seríamos quatro. E vai que os outros, os recém-rechados ao lar (lol) também se armavam ao pingarelho e queriam o mesmo? Não temos cá casas para tanta malta! Ná, não acho bem. Acho bem é sermos sérios, e assumirmos, isso sim, o que ao longo do tempo andamos armados em parvos a tentar tapar com peneiras: exactamente aquilo que começas por dizer na primeira linha... Assunto, aliás, que se constitui como uma bela maneira de estragar uma festa, se tivermos o mau gosto de o introduzir! :)

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  6. Anónimo22:39

    http://www.correioalentejo.com/index.php?go=lista&lista=4&id=13949

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Respeite as opiniões contrárias! Se todos tivéssemos o mesmo gosto, andávamos todos atrás da sua namorada! Ou numa noite de copos, a perseguir a sua mulher!