"O que nunca ninguém diz, porventura com medo de parecer vaidoso, é que a inteligência tem um preço: a solidão" (Nuno Lobo Antunes)
domingo, maio 13, 2007
Conversas de café - II
- Porque é que todos os Cronistas do Correio Alentejo têm foto, menos aquele tolo que escreve sobre Tribunais? - Com a cara de parvo que tem, nínguem o levava a sério!
Espero que não seja o mesmo asno a quem chamam de paulo barriga que também escreve para a Focus...era coincidência demais e eram demasiados burros no mesmo jornal...enfim...hoje em dia qualquer palhaço pode escrever para uma revista ou jornal...
Voce dá o dito e cinco centimos para ver se o reconhecem como gente. Por acaso já reparou o ridiculo em que cai desdobrando-se em palcos, na clara procura de protagonismo, tenha pena de nós e poupe-nos, vai ter que correr muitos kilometros para igualar o seu progenitor esse sim foi fadado ao longo da sua carreira com o dom da unbiguidade.
@nónimo amiguinho - sobre o meu progenitor... é um grande Homem; já o deixei aqui escrito: seria um homem feliz se um dia fosse 10% da pessoa que ele é! Tenho o privilégio de conviver com um "modelo de vida"! Sobre as suas amáveis palavras para a minha humilde pessoa... não é estranho que uma pessoa tão patética como eu os incomode tanto? E, repito o que disse ao seu outro coleguinha: se eu quisesse assim tanto protagonismo, porque teria um blog em que não assino?
Discordo! Melhor do que idiota ocasional só mesmo iletrado boçal. E discordo mais!: Se ninguém o levaria a sério pela sua cara de parvo, menos ainda o levam a sério pelos textos vagos, banais e cheios de lugares comuns.
Ao ler este anónimo, e plagiando o texto de um iletrado boçal que li "confesso ... é daquelas coisas que um gajo le e fica toda fodido por nao ter escrito"! :-)
Só uma autoridade literária e esclarecida como este anónimo poderia produzir semelhante raciocínio. Analisemos a profundidade técnica e científica desta retórica.
O autor começa por afirmar: "Voce dá o dito e cinco centimos para ver se o reconhecem como gente".
Repare-se como há uma miríade de estilos nesta frase. O clássico e erudito, temperado com uma nota saloia. Um provérbio popular, adaptado ao modelo europeu de integração. Um ar de modernidade num raciocínio tradicional. A elevação é evidente. A alusão disfarçada ao poema de Augusto Gil é deliciosa. O @h não é gente certamente. O anónimo revela-se aqui como Deus criador, gestor do parque humano da blogosfera.
E depois a parte do texto em que o anónimo conquista o seu público. É um jogo de sedução sem retorno. Atente-se: "Por acaso já reparou o ridiculo em que cai desdobrando-se em palcos, na clara procura de protagonismo,
O anónimo fala agora ao coração do demo, esse velhaco capaz de nos impôr a sua presença. Eu próprio sofro diariamente com esta omnipresença. Várias vezes me vejo obrigado a desviar-me do @h em tudo quanto é sítio. De manhã, de tarde e à noite, ele está lá. Aposto até que foi o @h quem foi buscar o anónimo, obrigando-o a escrever no blog que aquele criou de propósito, premeditadamente, para coagir as pessoas e impôr a sua presença. É ele quem me obriga a ligar o computador, a aceder ao seu blog e a ler os seus textos e depois a comentá-los. E às vezes não o faço porque estou farto dele, não o levo a sério e porque os seus textos são vagos banais e cheios de lugares comuns. Eu também não perco tempo com este parvo porque se o fizesse, no mínimo era tão ou mais parvo quanto ele. Fica tão só por explicar como é que um iletrado boçal consegue escrever. A explicação é fácil. Se já assistiram aos filmes dos exorcismos, viram como as gajas possuídas depois de vomitarem os batidos do Mac Donalds e de simularem o coito, começam a escrever e a declamar em idiomas que desconhecem. É a manifestação do demo. Reparem ainda noutro pormenor: a frase é interrogativa. Mas o ponto de interrogação não existe. Não é que o anónimo seja iletrado ou diminuído intelectualmete. Não! A culpa é do h@ que aproveitando o estatuto de administrador do blog, o apagou para expôr ao ridículo o anónimo enquanto este anuniciava a Verdade. O @h não só é iletrado, como é maldoso e traquina. Mexer nos pontinhos dos outros é coisa que não se faz! E repete a maldade com os acentos tónicos.
Mas o texto segue em crescendo: "tenha pena de nós e poupe-nos, vai ter que correr muitos kilometros para igualar o seu progenitor esse sim foi fadado ao longo da sua carreira com o dom da unbiguidade.
A construção frásica é excélsia. A elevação literária brilhante. Peço também que tenha pena de nós. Deixe-me o computador em paz, não me obrigue mais a vistá-lo @h. Por favor! Não me obrigue a escrever e a ser lido, mesmo que seja à sua custa. Sinto-me aprisionado no meu próprio computador. A minha vida já não é a mesma. A referência ao progenitor é necessária, adequada e séria. Os argumentos são demolidores. Por esta altura já o @h está ansioso pelo fim do texto, prostrado e vergado à força avassaladora destas acusações e comparações. Isto é o mesmo que comparar a Coca-cola com a Spirit Cola. E mais uma revelação: o demo tem pai. Obrigado anónimo.
E depois o extase: "Discordo! Melhor do que idiota ocasional só mesmo iletrado boçal. E discordo mais!: Se ninguém o levaria a sério pela sua cara de parvo, menos ainda o levam a sério pelos textos vagos, banais e cheios de lugares comuns.
O anónimo tem a patente da máquina da discórdia e do levar a sério. Faz.lhes alusão por saber que o h@ quando não anda de palco em palco à procura de protagonismo, estuda alguns temas de maior interesse, com resultados visíveis e respeitados. Voltando aos referidos aparelhos: a máquina da discórdia tem um botão com variador de intensidade. Até agora ou se discordava ou se concordava. Eram valores absolutos. Agora não: discorda-se mais e discorda-se menos. Há ainda o programa de lavagem do discorda-se assim-assim e do discorda-se um bocadinho e um bocadão. E há um programa de discordância económico com pré-lavagem em que se lava a má língua de quem, sem mais, se dedica a falar mal dos outros por inveja, trauma ou tara.
Reparem como todo este texto é preciso, denso, consequente e elevado. Este anónimo é um espanto. O maior e mais letrado, maior que o pai. E todos o conhecemos. É reconhecido na blogosfera como o special one da escrita. Obrigado anónimo por existires e abdicares do teu tempo em benefício do povo perseguido pelo @h.
Senhor Anónimo: Pronto! Está satisfeito? Soube-lhe bem? Agora que alguém já se deu ao trabalho de, por instantes, lhe dar a atenção que parece procurar em vão, e depois de ter subido ao palco a meio da cena interrompendo a peça, sem que ninguém o pedisse ou sequer desejasse, faça um favor a quem frequenta este espaço e vá fazer um blog seu, convide meia dúzia de retardados dispostos a lê-lo e compre um espelho que lhe permita compôr a sua mediocridade.
lol!agora percebi quem era o tolo que escreve sobre tribunais... :) até tenho esse senhor em muito boa conta...o idiota a quem me referia em cima era mesmo o senhor contador de histórias paulo barriga (esse grande sábio da era moderna que tambem escreve na Focus)... as minhas desculpas...apareça hoje ;)
Respeite as opiniões contrárias! Se todos tivéssemos o mesmo gosto, andávamos todos atrás da sua namorada! Ou numa noite de copos, a perseguir a sua mulher!
Espero que não seja o mesmo asno a quem chamam de paulo barriga que também escreve para a Focus...era coincidência demais e eram demasiados burros no mesmo jornal...enfim...hoje em dia qualquer palhaço pode escrever para uma revista ou jornal...
ResponderEliminarhttp://pensamentosdispersos-blog.blogspot.com/2007/05/jornalismo-asqueroso-e-nojento-em.html
esqueci-me de referir é que se for esse senhor eu consegui-lhe tirar uma foto!
ResponderEliminarO senhor é cronista do jornal ou opinador irregular? É que não encontro o seu nome na ficha técnica...
ResponderEliminar@Tiago - não me referia ao Paulo Barriga; foi uma piadinha ao cota futebolista!
ResponderEliminar@nónimo 9.32 - ehehehehe Gostei do opinador irregular! Melhor, melhor, só idiota ocasional!
ResponderEliminarVoce dá o dito e cinco centimos para ver se o reconhecem como gente. Por acaso já reparou o ridiculo em que cai desdobrando-se em palcos, na clara procura de protagonismo, tenha pena de nós e poupe-nos, vai ter que correr muitos kilometros para igualar o seu progenitor esse sim foi fadado ao longo da sua carreira com o dom da unbiguidade.
ResponderEliminar"Ubiqüidade" queria eu dizer.
ResponderEliminar@nónimo amiguinho -
ResponderEliminarsobre o meu progenitor... é um grande Homem; já o deixei aqui escrito: seria um homem feliz se um dia fosse 10% da pessoa que ele é! Tenho o privilégio de conviver com um "modelo de vida"!
Sobre as suas amáveis palavras para a minha humilde pessoa... não é estranho que uma pessoa tão patética como eu os incomode tanto? E, repito o que disse ao seu outro coleguinha: se eu quisesse assim tanto protagonismo, porque teria um blog em que não assino?
@h - isto de se ter um blog incómodo tem que se lhe diga.
ResponderEliminarDiscordo! Melhor do que idiota ocasional só mesmo iletrado boçal. E discordo mais!: Se ninguém o levaria a sério pela sua cara de parvo, menos ainda o levam a sério pelos textos vagos, banais e cheios de lugares comuns.
ResponderEliminar@nikonman - compreende isso melhor que ninguem! Percebe agora porque gosto dele pequeno e sem o assumir?!!!
ResponderEliminar@nónimo 9.30 - acha estranho que um tipo insípido como eu escreva coisas banais, vagas e cheias de lugares comuns? Ainda perde tempo a ler-me??
ResponderEliminarAo ler este anónimo, e plagiando o texto de um iletrado boçal que li "confesso ... é daquelas coisas que um gajo le e fica toda fodido por nao ter escrito"! :-)
ResponderEliminarSó uma autoridade literária e esclarecida como este anónimo poderia produzir semelhante raciocínio.
Analisemos a profundidade técnica e científica desta retórica.
O autor começa por afirmar: "Voce dá o dito e cinco centimos para ver se o reconhecem como gente".
Repare-se como há uma miríade de estilos nesta frase. O clássico e erudito, temperado com uma nota saloia. Um provérbio popular, adaptado ao modelo europeu de integração. Um ar de modernidade num raciocínio tradicional. A elevação é evidente. A alusão disfarçada ao poema de Augusto Gil é deliciosa. O @h não é gente certamente. O anónimo revela-se aqui como Deus criador, gestor do parque humano da blogosfera.
E depois a parte do texto em que o anónimo conquista o seu público. É um jogo de sedução sem retorno. Atente-se: "Por acaso já reparou o ridiculo em que cai desdobrando-se em palcos, na clara procura de protagonismo,
O anónimo fala agora ao coração do demo, esse velhaco capaz de nos impôr a sua presença. Eu próprio sofro diariamente com esta omnipresença. Várias vezes me vejo obrigado a desviar-me do @h em tudo quanto é sítio. De manhã, de tarde e à noite, ele está lá. Aposto até que foi o @h quem foi buscar o anónimo, obrigando-o a escrever no blog que aquele criou de propósito, premeditadamente, para coagir as pessoas e impôr a sua presença.
É ele quem me obriga a ligar o computador, a aceder ao seu blog e a ler os seus textos e depois a comentá-los. E às vezes não o faço porque estou farto dele, não o levo a sério e porque os seus textos são vagos banais e cheios de lugares comuns. Eu também não perco tempo com este parvo porque se o fizesse, no mínimo era tão ou mais parvo quanto ele.
Fica tão só por explicar como é que um iletrado boçal consegue escrever. A explicação é fácil. Se já assistiram aos filmes dos exorcismos, viram como as gajas possuídas depois de vomitarem os batidos do Mac Donalds e de simularem o coito, começam a escrever e a declamar em idiomas que desconhecem. É a manifestação do demo.
Reparem ainda noutro pormenor: a frase é interrogativa. Mas o ponto de interrogação não existe. Não é que o anónimo seja iletrado ou diminuído intelectualmete. Não! A culpa é do h@ que aproveitando o estatuto de administrador do blog, o apagou para expôr ao ridículo o anónimo enquanto este anuniciava a Verdade. O @h não só é iletrado, como é maldoso e traquina. Mexer nos pontinhos dos outros é coisa que não se faz! E repete a maldade com os acentos tónicos.
Mas o texto segue em crescendo: "tenha pena de nós e poupe-nos, vai ter que correr muitos kilometros para igualar o seu progenitor esse sim foi fadado ao longo da sua carreira com o dom da unbiguidade.
A construção frásica é excélsia. A elevação literária brilhante. Peço também que tenha pena de nós. Deixe-me o computador em paz, não me obrigue mais a vistá-lo @h. Por favor! Não me obrigue a escrever e a ser lido, mesmo que seja à sua custa. Sinto-me aprisionado no meu próprio computador. A minha vida já não é a mesma.
A referência ao progenitor é necessária, adequada e séria. Os argumentos são demolidores. Por esta altura já o @h está ansioso pelo fim do texto, prostrado e vergado à força avassaladora destas acusações e comparações. Isto é o mesmo que comparar a Coca-cola com a Spirit Cola.
E mais uma revelação: o demo tem pai. Obrigado anónimo.
E depois o extase:
"Discordo! Melhor do que idiota ocasional só mesmo iletrado boçal. E discordo mais!: Se ninguém o levaria a sério pela sua cara de parvo, menos ainda o levam a sério pelos textos vagos, banais e cheios de lugares comuns.
O anónimo tem a patente da máquina da discórdia e do levar a sério. Faz.lhes alusão por saber que o h@ quando não anda de palco em palco à procura de protagonismo, estuda alguns temas de maior interesse, com resultados visíveis e respeitados.
Voltando aos referidos aparelhos: a máquina da discórdia tem um botão com variador de intensidade. Até agora ou se discordava ou se concordava. Eram valores absolutos. Agora não: discorda-se mais e discorda-se menos. Há ainda o programa de lavagem do discorda-se assim-assim e do discorda-se um bocadinho e um bocadão. E há um programa de discordância económico com pré-lavagem em que se lava a má língua de quem, sem mais, se dedica a falar mal dos outros por inveja, trauma ou tara.
Reparem como todo este texto é preciso, denso, consequente e elevado. Este anónimo é um espanto. O maior e mais letrado, maior que o pai. E todos o conhecemos. É reconhecido na blogosfera como o special one da escrita. Obrigado anónimo por existires e abdicares do teu tempo em benefício do povo perseguido pelo @h.
Senhor Anónimo: Pronto! Está satisfeito? Soube-lhe bem?
Agora que alguém já se deu ao trabalho de, por instantes, lhe dar a atenção que parece procurar em vão, e depois de ter subido ao palco a meio da cena interrompendo a peça, sem que ninguém o pedisse ou sequer desejasse, faça um favor a quem frequenta este espaço e vá fazer um blog seu, convide meia dúzia de retardados dispostos a lê-lo e compre um espelho que lhe permita compôr a sua mediocridade.
lol!agora percebi quem era o tolo que escreve sobre tribunais... :) até tenho esse senhor em muito boa conta...o idiota a quem me referia em cima era mesmo o senhor contador de histórias paulo barriga (esse grande sábio da era moderna que tambem escreve na Focus)... as minhas desculpas...apareça hoje ;)
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