O FC Porto é o melhor clube português no ranking mundial de clubes da Federação de História e Estatística do Futebol (IFFHS), ocupando a 12.ª posição, numa tabela que é liderada pelos espanhóis do FC Barcelona.
No mesmo ranking, que é actualizado anualmente e engloba o desempenho das equipas em todas as competições (nacionais e internacionais) entre 1991 e 2009, o Benfica aparece na 34.ª posição, o Sporting é 80.º e o Boavista, que disputa actualmente a II Divisão, ocupa o 107.º lugar.
No topo da tabela, atrás do líder FC Barcelona, actual campeão europeu, aparece o Manchester United (Inglaterra) e o Real Madrid (Espanha), segundo e terceiro classificados, respectivamente.
Desportivamente falando, o Barcelona é conhecido pelo lema "més que un club" - mais que um clube. Se quiséssemos fazer um paralelismo no resto do mundo chegaríamos à conclusão que também ficaria bem atribuir este epíteto ao SL Benfica. Não que a instituição portuguesa tenha intuitos regionalistas, mas antes, a representação de um povo, do ser português, a personificação do fado lusitano, da saudade e, do emigrante que não renega as suas origens. Os catalães ajudam anualmente a Unicef, enquanto que o Benfica, através da sua recém-criada Fundação, associou-se à ONU, canalizando a receita do Jogo Contra a Pobreza para as vítimas do Haiti. Porque o Benfica tem uma matriz popular, social, solidária, à imagem da epopeia na construção do seu antigo Estádio, através de Joaquim Bogalho. Para se ser "mais do que um clube", é imprescindível deixar marcas fora das "quatro linhas", numa época em que o egoísmo e a crise financeira internacional assumem proporções gigantescas sem que o Estado tenha capacidade de resposta.
Respeite as opiniões contrárias! Se todos tivéssemos o mesmo gosto, andávamos todos atrás da sua namorada! Ou numa noite de copos, a perseguir a sua mulher!
O FC Porto é o melhor clube português no ranking mundial de clubes da Federação de História e Estatística do Futebol (IFFHS), ocupando a 12.ª posição, numa tabela que é liderada pelos espanhóis do FC Barcelona.
ResponderEliminarNo mesmo ranking, que é actualizado anualmente e engloba o desempenho das equipas em todas as competições (nacionais e internacionais) entre 1991 e 2009, o Benfica aparece na 34.ª posição, o Sporting é 80.º e o Boavista, que disputa actualmente a II Divisão, ocupa o 107.º lugar.
No topo da tabela, atrás do líder FC Barcelona, actual campeão europeu, aparece o Manchester United (Inglaterra) e o Real Madrid (Espanha), segundo e terceiro classificados, respectivamente.
Fonte:
http://desporto.sapo.pt/porto/artigo/2010/01/21/fc_porto_o_melhor_clube_portug.html
oh amigo, deixe o sr H ser feliz por um bocadinho e ficar a pensar q o Benfica é mesmo o melhor...
ResponderEliminarO benfica é o maior...
ResponderEliminarComo é mesquinha a inveja!
ResponderEliminaresta gente só vê números à frente, o futebol é paixão e emoção, não números minha gente
ResponderEliminarA melhor fruta;
ResponderEliminarO melhor guarda: o Abel;
O melhor table dance;
Tudo do bom e do melhor!!!!
;)
ResponderEliminarIsto sem falar no esmagador número de sócios e simpatizantes.
ResponderEliminarhttp://dylans.blogs.sapo.pt/
Para alguns,é realmente difícil interiorizar que o SLB é incomparável.São leituras e opções tomadas inconscientemente, não tenho a menor dúvida !!!
ResponderEliminarDesportivamente falando, o Barcelona é conhecido pelo lema "més que un club" - mais que um clube. Se quiséssemos fazer um paralelismo no resto do mundo chegaríamos à conclusão que também ficaria bem atribuir este epíteto ao SL Benfica. Não que a instituição portuguesa tenha intuitos regionalistas, mas antes, a representação de um povo, do ser português, a personificação do fado lusitano, da saudade e, do emigrante que não renega as suas origens. Os catalães ajudam anualmente a Unicef, enquanto que o Benfica, através da sua recém-criada Fundação, associou-se à ONU, canalizando a receita do Jogo Contra a Pobreza para as vítimas do Haiti. Porque o Benfica tem uma matriz popular, social, solidária, à imagem da epopeia na construção do seu antigo Estádio, através de Joaquim Bogalho. Para se ser "mais do que um clube", é imprescindível deixar marcas fora das "quatro linhas", numa época em que o egoísmo e a crise financeira internacional assumem proporções gigantescas sem que o Estado tenha capacidade de resposta.
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