
"O que nunca ninguém diz, porventura com medo de parecer vaidoso, é que a inteligência tem um preço: a solidão" (Nuno Lobo Antunes)
sexta-feira, dezembro 29, 2006
Querem-nos foder as Finanças

Concurso de Ideias
Troca-se!
Aceitam-se proposta em comments ou para o e-mail ireflexoes@gmail.com
quinta-feira, dezembro 28, 2006
Aborto...
Luis Figo
gamei a foto aqui: http://troll-urbano.weblog.com.pt/arquivo/luis%20figo.jpg quarta-feira, dezembro 27, 2006
Bons estímulos
Retrospectiva 2006 – a Região
Por falar em inexistências, deixo aqui o meu protesto: é vergonhoso que o Governo se tenha esquecido de nomear um Governador Civil para Beja. Beja precisava e merecia.
Procurando os melhores momentos regionais do ano, reitero que só posso aplaudir um aspecto, pela sua coerência: o alargamento do cemitério foi a grande iniciativa autárquica: aplaudo, é coerente: Beja corre o risco de se tornar numa cidade impossível de viver, mas excepcional para morrer.
Sentimos no passado e continuamos a sentir no presente a asfixia de continuar a ser difícil falar, a vergonhosa discriminação colorida, jogos de bastidores pouco transparentes, movimentações estranhas e, sobretudo, uma estranha sensação: que quanto mais atrasada Beja ficar, mais alguns (poucos) tiram dividendos ...
Retrospectiva 2006 – A Nação
O ano prometia; mais de 1200 dias sem eleições, concretizada a máxima de Sá Carneiro (pela primeira vez na história uma ideologia politica tem um Parlamento, um Governo e um Presidente), com a Economia Europeia em agradável ritmo e uma conjectura internacional favorável (o preço do petróleo e alguma insanidade tecnocrática do BCE não coarctaram a Economia); internamente, a Imprensa tem sido um chocolate derretido e assiste-se a uma absoluta e completa ausência de oposição, entretida em estéreis guerras internas, sem ideias, sem projectos, sem agenda, nem sentido. Serviu o presente discurso para clarificar que o Governo tinha a conjuntura perfeita.
O ano começou divinalmente bem para o PM; o seu candidato as eleições presidenciais e a confiança dos empresárias estava em alta; duas OPA`s bombásticas que animaram a frígida economia nacional e faziam augurar um ano bom.
Mas… com raríssimas excepções (a magnifica Ministra da Educação) o desempenho governamental foi paupérrimo; entre as ideias e a prática, entre a propaganda e a realidade, existe uma confrangedora distancia. No ano que seria o adequado para as verdadeiras Reformas (expressão gasta e cada vez mais inócua) recebemos uma mão cheia de nada e outra de coisa nenhuma.
Será o 2007 diferente? Confesso que não acredito!
É por estas e outras ...
terça-feira, dezembro 26, 2006
Modelos, anorexia e comida
segunda-feira, dezembro 25, 2006
Prendas de Natal
São histórias assim que nos fazem acreditar na força do amor!
Para criar o propicio ambiente para a leitura, escolhi uma banda sonora adequada: o canal Playboy.
Por ELES tudo vale a pena...
domingo, dezembro 24, 2006
sábado, dezembro 23, 2006
Afinal há solução para mim
Logistica
Reflexoes Provocatórias - III
Reflexoes Provocatórias - II
Reflexoes Provocatórias - I
sexta-feira, dezembro 22, 2006
Pensamentos Soltos III
Pensamentos Soltos - II
Pensamentos Soltos - I
quinta-feira, dezembro 21, 2006
Momentos misantropos
Durante tempos mergulhei na convicção de que a felicidade não existia ou era privilégio de poucos, demasiado afortunados ou estúpidos para indagar sobre o âmago da vida; repetia as banalidades absurdas, lugares-comuns inventados por sorumbáticos casmurros de que a felicidade era ilusória, a aritmética soma de alguns momentos de risos e sorrisos, prazeres imediatos, deterioráveis, trechos de pequenos prazeres.
Tretas! Chorrilho de disparates. Teorias tontas manipuladas para suportar vidas sem razão e nem sentido, justificar medos e receios, cobardias. Momentos ou a soma de momentos, define satisfação, valor bem diferente de felicidade.
A felicidade existe e corre por aí, por muitos e variados trilhos, em rosto de pessoas contentes, que encontram nas ínfimas coisas o mais amplo contentamento. Refuta-la é abnegar-se perante o infortúnio, deixar-se perder em vielas escusas, temendo as avenidas que nos levam ao nosso destino.Por mim, cansei-me de becos e ruelas: se a vida me quis esconder o sol, obrigando-me a percorrer num metro escuro jornadas em dias solarengos, não irei desistir de o procurar, porque os buracos no trajecto, ensinam-nos que à estradas lindas, como colinas, árvores e rios, onde a beleza existe, onde a felicidade está presente, em pequenos momentos, em minúsculos gestos, em diminutas palavras, mesmo ditas em silêncio. Hoje sei, como soube no passado e saberei no futuro, exactamente aquilo que quero e a forma de o alcançar
Foto de Natal para GAIJAS
Miséria da Vida Privada
quarta-feira, dezembro 20, 2006
Eu li bem??
Para verdadeiros Machas Latinos
Intimidades
Quem me conhece, nunca me atacou a frontalidade ou a dignidade que procuro caminhar na vida; gosto de princípios, valores, seriedade! Quem sabe quem esconde neste pseudónimo, sabe que nunca temi, nem temo assumir as minhas convicções. Sabe que falo com palavras, como falo com silêncios, que não raramente dizem mais que mil palavras.
Estou onde me sinto feliz; quando deixo de estar feliz, ou luto para que o sol brilhe, ou saiu; discretamente, sem ondas, sem procurar bajulações ou hipocrisias publicas. E sigo sozinho o meu caminho, sozinho, sem necessidade de ver reconhecida a minha razão.
Entendi no passado, como no presente, que as pessoas e as Instituições devem servir-se e não servirmo-nos delas, para satisfazer inconfessáveis e mesquinhos desejos. Não abdiquei no passado da minha integridade, nem vou abdicar no futuro, por muito que se esforcem.
A tempo e sem nada a ver; parabéns à pitinha (que volte a encontrar o sol na sua vida, junto desse apaixonadíssimo namorado); para a Mila, estranha amizade que o tempo não acaba; repito a frase de sempre: estejas onde estiveres, que sejas estupidamente feliz.
terça-feira, dezembro 19, 2006
Ultima Hora
segunda-feira, dezembro 18, 2006
Justa Homenagem
Sugestão de Natal - II
Como parece que livros de putas estão na moda este Natal, deixo a sugestão para a Bruninha Surfistinha. (mais uma que foi da cama para o blogue, do blogue para a Editora, das Editoras para a Imprensa ... brevemente regressa para a cama!) Vergonhoso
Rui Rio, Presidente da Câmara do Porto, escolheu Filipe La Feria para dirigir o Teatro Rivoli.
O homem até teve o desplante de fazer um concurso público para estudar propostas!
Com tanto incompetente e afilhado politico a precisar, Rui Rio escolhe alguém competente e com provas dadas? Vergonhoso!
Que politica cultural tem a CMP? Quer encher teatros? Levar publico à cultura? Que mentes perversas são estas que acham que a cultura deve ter publico! Qualquer dia este energúmeno ainda se lembra de premiar o mérito!
domingo, dezembro 17, 2006
Há coisas fantásticas, não há?

Contrariamente ao que é usual neste mal frequentado espaço, este post é escrito com seriedade. Pela gentileza que decorre da amizade, este blogue foi injustamente premiado com um pelourinho de ouro, na categoria da Blogosfera Regional.
É uma honra que sinto ser imerecida. Mas sinto-me profundamente lisonjeado: nunca escondi que o Praça da Republica faz parte dos meus vícios diários; há anos que sublinhei em público e de “cara destapada” que é o meu blogue regional de referência, que religiosamente consumo todas as manhãs, para beber informação. (e não é coincidência que alguns temas lá tratados, aparecem depois aqui!!).
Sobre este cantinho … confesso que não sei como o definir; dá-me gozo, prazer escrever livremente os meus disparates, no conforto de um pseudónimo que me permite uma liberdade de escrita que me falta em outros espaços; de quando em quando, passam por aqui amigos, que me dão o privilégio de me oferecer minutos do seu tempo. A eles agradeço.
Pessoalmente, brincar com as palavras, jogar com as letras, reflectir o meu mundo, mesmo quando o faço irreflectidamente, é um prazer que não quero abdicar. E enquanto me sentir estupidamente feliz neste mal iluminado espaço, vou continuando por aqui. Cada vez menos anonimamente.
João, obrigado. Vou esforçar-me para merecer!
Este País está louco, não está?
sábado, dezembro 16, 2006
Abortos...
Antes demais fico contente pela superior audição, ainda que lamente a inferior visão da senhora. De qq forma, não se preocupe D. Odete: Para repor a legalidade democratica, a Floribella irá fazer um aborto clandestino (sempre é mais um a aumentar a estatisticas da futura ex deputada) dentro das proximas semanas."
sexta-feira, dezembro 15, 2006
Estou preocupado...
Para as Gaijas: Foto Pornográfica
Ontem por umas horas tive vinte anos. Por razões relacionadas com a minha actividade profissional, passei a noite (entenda-se, parte da noite) com jovens adultos. Divertidos, inteligentes e simpáticos. Mesmo com as bebedeiras. Momento: eu quero voltar...
quinta-feira, dezembro 14, 2006
Fórum Theatrum Beja
quarta-feira, dezembro 13, 2006
A Puta e o Monstro, diga a Bela e o Cavalheiro
“Mole de coração - a idade não perdoa, Pinto da Costa enamora-se. Apaixona-se, até” continuando “escreve bilhetes amorosos, proclama juras de amor eterno” até que “Um dia, pelo excesso de evidências, apercebe-se que, afinal, aquele amor não era «sincero». Temperamental, põe a moça na rua com os trapos que trazia no corpo quando a conheceu (…)”
O amor não era sincero e o coração mole de Pinto da Costa ficou partido. Pobre Pinto da Costa. Destroçado pelo afecto não correspondido, devastado pela trova que ficou por cantar, o romântico das juras de amor eterno resolveu afinfar na cativa que o tinha cativo. O desventurado, antes arrebatado, mal conseguiu "molhar na sopa". Dois dedicados amigos viraram, quase sozinhos, essa página desgostosa da sua vida. O malhanço terá tido o efeito terapeutico desejado? Nunca se sabe. Uma vez idealista e pinga amores...sempre idealista e pinga amores.
Temperamental…pois."
Protesto!
Abortos...
Crónicas da lingua cortada - Parte II

É insofismável que é preciso ser muito tonto para deixar cortar a língua numa consulta de rotina no dentista. Não volto a esse dramático relato; apenas reafirmo que foi doloroso e incómodo passar quinze dias com seis pontos na dita.
terça-feira, dezembro 12, 2006
Solidariedade
"Estou revoltado! Estou que nem posso! Como é que possível que há gente que pense assim? Como bem se lembram, estive no Sábado passado frente ao Modelo numa petição para angariar fundos em favor da nossa associação dos cães abandonados. Ouvi por portas e travessas que houve gente que pensasse que eu estava a mendigar, a pedir dinheiro para mim! Claro, essa gente medíocre não tem estômago para falar comigo directamente. E se tivessem olhado com olhos de ver viam que eu estava devidamente identificado com um cartão de voluntário"
Meu Caro, compreendo a sua indignação; é ultrajante ser altruísta e esbarrar em incompreensão, em desrespeito e mentes pequenas.
Mas deixe-me esboçar a minha: desde há cerca de 5 anos que me recuso a colaborar monetariamente com Instituições de Auxilio Social, por mais benemérita que seja a iniciativa (como única excepção o Banco Alimentar). A razão relaciona-se com a falta de credibilidade de algumas (bastantes!!) dessas Associações; reporto-me há 5 anos atrás, quando a Presidente de uma das maiores Associações Portuguesas de apoio a terceiros, foi acusada pelos seus pares de aproveitamento pessoal; sendo certo que a pessoa em questão tem manifestos sinais exteriores de riqueza e que não se lhe conhecem rendimentos, a questão nunca passou de uma sumária investigação. Sem consequências!
Quem conhece a teoria da maça podre num centro de mesa, compreende a minha posição…
Carolina arrependida
Para reflectir

Foto surripiada daqui: http://laurabmartins13.blogs.sapo.pt/arquivo/urna_zepovinho.jpg
segunda-feira, dezembro 11, 2006
Pergunto

A simpática menina da foto, que segundo parece animava as claques do glorioso FCP, numa pérola da literatura moderna, assumiu que, por ordem do seu não menos respeitável ex-companheiro, contratou uns simpáticos rapazes para dar uma valente sova num deputado da Nação.
Ano Novo - Parte 3 - O cartaz!
Ano Novo em Beja
Fui um crítico feroz da iniciativa; pareceu-me um dislate, uma tontice o montante do investimento, numa época de vacas magras (em sentido figurado, entenda-se, porque olhando as vacas, vejo-as cada vez mais gordas).
Faço um mea culpa; estava enganado e assumo o meu erro.
Foi precipitado na análise; quando afirmei que gastar 9.000 contos no Toy era uma insanidade, não sabia que o “Septeto Son de Cuba” também estaria presente. Assim, tudo muda: claro que vale a pena gastar esta exorbitância na festa.
Bacalhau
domingo, dezembro 10, 2006
Champagne?
sábado, dezembro 09, 2006
Sugestão de Natal -
sexta-feira, dezembro 08, 2006
Espírito de Natal
Gosto do Natal: é tão giro ser possível ser um grande filho da puta todo o ano e passarmos quinze dias aos beijos, abraços e sorrisos, com todos aqueles que desprezamos onze meses e meio por ano?
quinta-feira, dezembro 07, 2006
Coisas Mesmo Sérias

Sou favorável à existência de duas regiões de Turismo; mas a de Évora ser a do Alentejo e a nossa a Agencia de Turismo do Litoral Alentejano e Planície é ultrajante. E merece um repúdio de todos. Frontal e directo, sem hesitações.
Até agora só faltava Évora ficar com o nome da região e com o Castelo.
Avançando este disparate, deixem entrar as máquinas e coloquem tabuletas a dizer fechado nas portas da cidade.
Cigarros


Estamos todos de luto!

Roubei a foto a estes: http://ante-et-post.weblog.com.pt/Sam%20Jones%20-%20George%20Clooney%20em%20LA%20home2.jpg Brigadinho!
George Clooney (praticamente um sósia meu) vive um momento complexo da sua vida, ao qual todos nos devemos solidarizar. Conforme em boa hora aqui informa, morreu o porco com quem o actor dormia.
“Max, o porco de estimação de George Clooney, morreu sexta-feira passada, deixando o actor norte-americano «triste». As informações são do assessor de Clooney, que garantiu que o porco, de 18 anos e 130 quilos, morreu de causas naturais e era tratado «como um membro da família».
Segundo noticia a BBC, o animal dividia a casa com o actor e às vezes também a cama. Clooney disse ao jornal norte-americano USA Today que não pretende ter outro animal de estimação. «Max preencheu todas as minhas necessidades», afirmou o actor, acrescentando que o porco «tinha um grande papel» na sua vida: o animal era uma companhia habitual nos sets de filmagem e o actor admitiu que o seu relacionamento com Max tinha sido «o mais longo» da sua vida. “
Onde andam as Associações de Defesa dos Animais? Por quase o mesmo Michael Jackson teve direito a julgamento mediático.
Por outro lado… não deixamos de sentir algum consolo: se Ele pode dormir com porcos, não nos devemos sentir culpados por dormir com uma porca qualquer!
quarta-feira, dezembro 06, 2006
A Lingua Portuguesa
Ainda o Ano Novo
terça-feira, dezembro 05, 2006
Mariquices

Deficientes e atrasados mentais...

Um dos locais onde exerço a minha actividade profissional está EXCEPCIONALMENTE bem servido de lugares de estacionamento.
segunda-feira, dezembro 04, 2006
Gastronomia
Empata-F****, quecas!!

Um casal pretende fazer o amor e os falsos puritanso não deixam, impedem a consumação do amor carnal entre almas gémeas!
A história foi no Brasil, mas podia ser em qualquer vila ou aldeia deste nosso Alentejo; um jovem casal, querendo.-se amar, com escassos recursos económicos, que nem chegam para ir a um drive in (um destes dias explico o que é!), procuram um local seguro para o amor, temendo serem importunados ... e vêm uns empata-quecas e destroem a inocente e curial fantasia!
Deixo aqui o meu protesto por esta e esta notícia: qual o mal de um amoroso casal gótico pretender usar um caixão, roubado no cemitério e depois de retirar as ossadas, como cama?
Pirataria e Cavalgaduras
Fui roubar aqui: http://www.fcsh.unl.pt/cadeiras/plataforma/foralinha/cyber/data/0/542/dvds.jpg O telejornal da SIC abriu com uma alucinante caça ao produto contrafeito, numa qualquer feira ou mercado.
Por motivações profissionais, sou bastante sensível a violações de propriedade intelectual, pelo que entendo que merecem a justa punição. Ainda recentemente, em BP, tive uma acesa querela como o meu amigo T. sobre o tema.
Assumo que de quando em quando até consumo produtos contrafeitos; agora raramente, porque tenho um estupor de um DVD arrogante e armado em fino que não lê filmes pirateados.
MAS o que me irrita é outra coisa, a prepotência de esmagar os fracos e ter medo dos fortes: era necessária a operação fazer-se com uma força especial de 150 soldados de elite? Porque razão semanalmente se permite a venda em plena impunidade, frente às autoridades, muitos leais compradores e, de quando em quando, se chama a cavalaria? Não seriam estes recursos mais importantes para combater a criminalidade que mais perigosidade acarreta? Quando o corpo especial vem aqui ao burgo fazer apreensões de material contrafeito, não seria mais útil no CC da droga?
































