quarta-feira, julho 23, 2008

Chamem-lhe estupidez...

... mas reconheçam que há coerência na estupidez!
Sou assumidamente liberal (na economia e nos costumes) o que em si mesmo é susceptível de crítica! Que sempre aceitei e cultivei neste blogue, porque me parece algo saudável e desejável!
Sou crítico da actual Câmara Municipal de Beja, o que não é segredo! Como admito que o Presidente Xico se ria das minhas palavras e que o excelso vereador não se incomode com elas: sei bem, que as minhas posições e palavras não tiram o sono ao PCP Beja. E entendo que era desejável uma opção - mas uma opção verdadeira, não apenas mudar as ... moscas - com novas ideias, com mais energia e uma visão mais global da cidade e da região, opção essa que, obviamente, eu não serei parte!
Mas cultivo o prazer de opinar, procurando sempre respeitar as pessoas, assumindo aquelas que são as convicções, sem preconceitos ideológicos ou birras/ódios pessoais que não cultivo nem mantenho!
Vem isto tudo a propósito de um café, que tomei muito bem acompanhado, no Jardim de Bacalhau! O local, por ordem e graça da Senhora Dona Pólis ficou medonho! E a tarde era inóspita, com 40 graus nos queixos que não convidavam sair de perto do Senhor AC. Mas o café estava completamente cheio, apesar de ainda servir crepes de chocolate! E de ser meio de Julho, da cidade estar deserta, do calor, da falta de estacionamento, etc!
Somos excepcionais na arte da crítica: culpamos o Governo ou as Câmaras, ou ambos ao mesmo tempo, o Santo António, a União Europeia, Bush e os gananciosos do petróleo, o pénis da vizinha, mas receamos olhar para cada um de nós e identificar as nossas culpas!
Mas, para quem como eu, condena um Estado paizinho, que se queixa do peso excessivo do Estado, que se deseja que cumpra a sua missão e não atrapalhe os outros no cumprimento das suas, os holofotes da crítica têm de dirigir-se para a falta de empreendedorismo dos nossos empresários e cidadãos!
E essa é a grande lacuna da cidade! As nossas Associações estão moribundas, o número de empresários competentes é irritantemente reduzido e o bejense não cultiva a sua cidade! A esplanada do Jardim do Bacalhau é um bom exemplo do que a cidade precisa para mudar de vida! E o resto.. aparece por arresto...

12 comentários:

  1. Anónimo17:25

    Caro "h", desculpe esta exagerada intromissão.Em primeiro lugar não creio que você seja liberal em termos económicos.Essa é uma questão que ainda não está resolvida na sua cabeça, rrssss.Em segundo lugar discordo da apreciação que faz da intervenção no chamado Jardim do Bacalhau. Antes, tinhamos um arranjo dos anos 60, sem qualquer qualificação arquitectónica nem paisagistica,sem ir de encontro á ideia de largo ou praça ou praceta.Era uma confusão, um novelo de soluções que faziam daquele espaço um buraco sem visibilidade, fechado sobre sí próprio.Agora temos um largo ou praceta, arejado, com coerência estilistica, integrado no espaço urbano circundante.O que se passa ou passou foram duas coisas que são mortais quando se faz alterações em espaços ou zonas de acrescida sensibilidade histórica ou de memória.Por vezes, o afecto, a memória que temos de um espaço não é compaginável com qualquer mexida.E, quanto a mim, deveria de ter existido uma explicação do projecto e, mais do que isso encontrar-se uma solução relacional entre o jardim, a envolvente e as pessoas.Nada disso foi feito.A esplanada que lá existe, não tem qualidade de serviço, não tem mobiliário urbano decente, não tem capacidade de inovar.A tudo isso acresce as caracteristicas dos bejenses que criticam mas não usam. Veja-se o caso do Jardim Público.Quantas pessoas o frequentam? No dia que alguém mexer naquele espaço, aparecerão "n" pessoas a ter opinião e a criticar.Só isto requeria uma análise exaustiva acerca da idiossincrasia de um "animal" chamado bejense.
    Posto isto e na sequência de anteriores postes acerca das questões culturais, vou ver se consigo dar uma achega para um debate que seria interessante fazer aqui no seu blogue.
    A cidade de Beja e o concelho encontram-se numa fase do seu desenvolvimento em que se colocam como incontornáveis um conjunto de medidas a que chamamos de terceira- geração. Medidas essas que têm a ver com as áreas que podemos identificar como estratégicas para o futuro da cidade e do concelho: educação, desenvolvimento económico, solidariedade social, cultura e requalificação urbana e social.

    Hoje, Beja encontra-se infraestruturada em termos culturais de forma muito aceitável, faltando-lhe talvez apenas dois ou três equipamentos. Contudo, não basta ter equipamentos culturais, para que a força das dinâmicas culturais se faça sentir em todos os aspectos da vida da cidade, como seria de esperar. Mais do que ter equipamentos é preciso ter projectos, conteúdos, ideias que os ponham a funcionar ao serviço de uma estratégia de cidade que, o mesmo é dizer, dos cidadãos que aqui vivem e trabalham. É precisamente aqui que se coloca o principal problema. Beja é uma cidade que por razões que nos escusamos de enunciar agora, tem um enorme déficite de participação e cidadania. Déficite esse que é comum ao resto do país e atravessa transversalmente toda a sociedade portuguesa, com maior incidência nos grupos sociais com mais dificuldades no acesso à educação e aos bens culturais e nas localidades do interior do país. Para além disso, a cidade e os seus habitantes têm vindo progressivamente a perder os laços de identidade em relação à cidade e à sua vida cultural, social, desportiva e relacional. É uma cidade que se tem vindo a estruturar em bairros e que perdeu a noção do espaço urbano global. A noção de pertença a uma cidade que se chama Beja e com a qual é preciso criar uma nova empatia ,uma nova relação que, quanto a nós, deve passar pela cultura, mas deve também percorrer outras áreas: a história local, os monumentos, os lugares de memória e tradição, as Festas da Cidade.

    Um dos principais problemas que se colocam à actividade cultural é a inexistência de uma visão estratégica para a cultura, que a articule com outras áreas como o ensino, as tecnologias, a informação, o desenvolvimento económico e as empresas, a fixação de produtores culturais, o apoio aos existentes, etc.... Hoje, nas cidades contemporâneas de maior relevância, assistimos cada vez mais à aplicação de um conjunto de medidas que, embora partindo da autarquia procuram envolver, de forma participativa e criadora, toda a sociedade civil. As políticas que uma cidade como a nossa requer passam, quer pelo estabelecimento de redes e sistemas cooperativos, quer por aquilo que nós definimos como contratos de cidadania, iniciando assim uma nova forma de pensar a cidade e o seu concelho. Isto aplica-se à cultura e a todas as áreas de intervenção do município.É urgente que as pessoas que aqui vivem digam o que querem desta cidade.Se lhes basta que seja um dormitório ou se querem uma cidade viva, dinâmica e onde dê gosto viver e trabalhar.É impensável que possamos ir a algum lado com o deserto de ideias em que vivemos ou com a deserção das pessoas com responsabilidade.Refiro-me ás elites culturais, intelectuais, artisticas,empresariais, politicas, académicas, profissionais.Somos poucos, é certo.Mas eu pergunto onde está a massa crítica desta cidade que tem mais de 7oo professores, não sei quantas centenas de médicos e mais outras centenas de advogados, engenheiros, arquitectos e milhares de alunos? Onde é que se sente o peso dessa gente na vida da cidade? Por isto que acabei de afirmar sinto que é imperioso avançar-se no sentido de uma contractualização sobre aquilo que nos une enquanto cidade.Um contrato de cidadãos para a cidadania.

    Para além disso, depois dos equipamentos culturais que contribuíram para transformar a imagem e a qualidade de vida da cidade é preciso tomar um conjunto de medidas de novo tipo e que se enquadram na política atrás sucintamente exposta.

    Em primeiro lugar é necessário redefinir as diferentes áreas de intervenção de cada espaço cultural da cidade, quais os seus conteúdos culturais, qual a sua vocação e qual o seu relacionamento com a cidade e os restantes equipamentos culturais e educativos da autarquia, associações e agentes culturais. Depois, é preciso colocar esses espaços a trabalhar em rede, em complementaridade, fazendo circular por todos eles as sinergias decorrentes desta nova forma de actuação, encontrando a melhor maneira de coordenar as actividades e os projectos.

    Por outro lado a cidade precisa de definir um conjunto de eixos ou percursos culturais e históricos que se articulem ao nível dos projectos e da programação regular. Precisa de deixar de olhar para o umbigo do Centro Histórico como único espaço para localizar equipamentos de cultura e lazer. A cidade cresceu e hoje existe um conjunto de bairros de significativa expressão urbana e populacional, onde é necessário intervir com pólos sócio culturais, que complementem os espaços culturais de referência da cidade e criem vida, dinâmicas sociais e culturais nesses bairros, requalificando-os e colocando à disposição dos seus moradores opções culturais, informativas e tecnológicas; contribuindo assim para reforçar uma ideia de cidade polinucleada, que cresce harmoniosamente e encontra também na periferia opções ao triângulo vertiginoso de: trabalho, compras e televisão.

    Se ao nível dos espaços da responsabilidade da autarquia estas são as medidas que consideramos prioritárias, outras há que são complementares e que têm a ver com os actores sociais e culturais mais dinâmicos do concelho, a saber: produtores culturais, grupos formais e informais de intervenção cultural, associações, comunidade escolar e académica, livrarias, galerias de arte, artistas e grupos musicais.

    Nos últimos anos Beja assistiu a um conjunto de dinâmicas culturais no âmbito da música, do teatro, das bibliotecas, dos eventos, que trouxe uma nova aragem à vida cultural da cidade. Assistimos à fixação de uma Companhia de Teatro profissional A Arte Pública, ás novas instalações do Conservatório, à inauguração da nova Biblioteca Municipal, do Pax-júlia, à renovação de instalações ligadas ao movimento associativo, à instalação do Ensino Superior e Politécnico. Paralelamente, temos em Beja, jovens e menos jovens a trabalhar em música, pintura, ilustração, web-design e outras manifestações artísticas, assim como uma comunidade escolar e académica donde surgem, por vezes, propostas interessantes e actividades culturais regulares.

    Todos estes agentes e protagonistas do fenómeno cultural trabalham de forma desarticulada, à semelhança do que acontece com os equipamentos culturais da cidade.

    É neste contexto sucintamente exposto que surge a ideia e a importância de uma Carta Cultural de Cidade , que identifique e defina o âmbito de acção de todos os espaços culturais; que inventarie os agentes e produtores culturais; que elabore o levantamento das associações culturais existentes; que faça o diagnóstico acerca dos
    hábitos e práticas culturais dos habitantes do nosso concelho, e se constitua como espaço federador de todas as dinâmicas culturais que há cidade e ao concelho digam respeito; Uma Carta que estabeleça parcerias e que inicie uma forma de trabalhar em rede, coordenada através de um Conselho Municipal de Cultura que junte os representantes de todos os organismos culturais do concelho e que permite à autarquia ter uma visão estratégica para a cultura, criar redes culturais e parcerias com todas as associações, grupos e agentes culturais . isto pode, em minha opinião, ser um caminho para iverter a "cultura" de periferia que está a minar esta comunidade, formatando-a de acordo com uma lógica que visa transformar-nos todos em consumidores de banalidades, de lugares comuns e de má língua, de intriga.Este é um desafio tremendo a que todos temos que dar resposta.Isto se quisermos mudar alguma coisa e não deixar que esta cidade se torne num Laranjeiro, num Feijó ou coisa que o valha... Descupe ter-me excedido e o discurso aparecer um pouco caótico, mas foi ao correr das teclas...ou do pensamento.Y

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  2. concordo que a cidade de beja esta decadentemente atrasada a nivel cultural e chamativo para captaçao de publiko para as actividades que estao a ser realizadas...
    esperava mais um pouco duma cidade que pouco ou nada tem para oferecer sem ser os bares nocturnos e os poucos especaculos que existem de vez em kuando...
    mas o que é verdade eke existem muito mais que existiam...
    espaços existem..mas nao existe é kem keira fazer ou realizar os eventos...e kem ker por vezes depara-se com a "pouca vontade" a pouka disponibilidade de kem tem o poder de decisao e de ajuda nessas situaçoes...
    as associaçoes de beja encostaram-se ao misero subsideo que recebem...e so realizam actividades sob ameaça do mesmo ser cortado..o que revela o pouko espirito associativo que esta a volta das miseras associaçoes de beja...
    as tradiçoes acabam...as k existem tendem a acabar..e beja a ficar cada vez mais pobre...cada vez menos atraente...e cada vez menos cativadora...


    http://papapedrices.blogspot.com/

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  3. Anónimo22:51

    uau! que grande testamento o primeiro comment...que nem tive pachorra para ler! Ma oncordo que o resto é...um arresto. Um verdadeiro incidente da instância!
    A.D.

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  4. Anónimo00:03

    anónimo vc so deve ter pachorra para telenovelas

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  5. Anónimo01:02

    mais vale novelas do que comicios do p.c.!!!!

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  6. Y:

    Um longo e bom comentário, sem dúvida, parabéns.

    Esse conselho cultural da cidade que você fala já existe, convocado pela CMB que tem naturalmente o poder e a competência para tal. Não me recordo bem dos números, mas dos convocados para participar na primeira reunião desse conselho nem a metade compareceu! Penso que as questões políticas têm que ficar de fora quando o assunto for a cultura, todos têm que participar. Mas se muitas dessas entidades culturais não querem cooperar, como é que se pode esperar uma maior participação dos munícipes?

    Ninguém aqui frisou esse aspecto, mas paira sempre no ar a questão do subsídio para a cultura, que só os que têm cartão do partido o recebem. Bem, tanto quanto sei, no nosso coro, pelo menos na sua direcção, ninguém tem esse cartão, mas a CMB nos apoia nas actividades que promovemos todos os anos em Beja, ou seja, o Encontro de Coros e o Concerto para o Natal, que são, como a participação do público revela, apostas cada vez mais ganhas!

    A cultura, em qualquer lugar, é um trabalho que leva anos a construir, não há nenhuma fórmula mágica que consegue melhorar a oferta nessa área. O público conquista-se com trabalho, com espectáculos variados e de razoável número como acontece, e bem, no Pax Julia - Teatro Municipal. A CMB gastou, e gasta, uma pequena fortuna na compra do edifício e na sua manutenção, realmente, não sei o quê é que uma CM pode fazer mais...

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  7. julio de matos11:01

    O senhor Y deve viver ou falar de outra cidade que não beja!!

    A carta cultural??? então as grandes cabeças da câmara de beja, passaram quase dois anos para elaborar a porcaria dos esttutos ou regulamento ou lá o que é para depois se fazer a carta, que ainda ninguém sabe dela e quando é que vai ser feita. Possivelmente em ano de eleições, quando já devia estar feita há muito!
    Os arte pública??? ahahahahah. Já vi duas cenas dessa malta e é de uma pessoa vomitar. São uma companhia profissional?? não sabia. Mas gostava de saber quem é que dá dinheiro àqueles pedantes, ou são eles que se sustentam a si próprios? Se for, não sei como... porque os espectáculos que fui estavam às moscas.
    O IPB, onde eu estudo, tem muitas carências, mas ainda é o melhorzinho que a cidade tem.
    O pax julia?? eheheheheheh!!Então mas o que se passa lá é programado por que espécie de cérebro?? Pimbalhada atrás d pimbalhada, ou então cenas que nunca ninguém ouviu falar e que ninguém aparece para ver.. pudera.
    Quando o senhor Y aterrar em beja, vai ver se não é como eu digo.
    E já disse>!

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  8. Y - Deixando a questão do liberal (rsss), em algo estamos em completo acordo: faz muita muita falta pensar a cidade! E não tem sido feito!
    Aliás.. os "inteligentes" até gostam de ridicularizar quem tenta pensar a cidade!

    Sustentei no artigo do CA que a politica cultural nao pode ser a soma de subsídios avulsos: tem que ser integrada! E não é!

    Mas há um ponto que, mais que todos, quero destacar, porque está pleno de razão: falta massa cinzenta na cidade ou, pelo menos, massa cinzenta disponível para contribuir para um debate cívico! Mas, meu caro Y, uma pergunta: acha fácil procurar intervir neste cidade? Tem noção das bocas, provocações, birras amuos e maledicência que provoca esta intervenção?

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  9. Anónimo17:01

    Não respondo ao Júlio de Matos, pois ou não percebeu o que eu disse, ou então deveria fazer jus ao seu nome. Mas passando adiante, porque a discussão séria em Beja aparece sempre eivada destes casos, devo-lhe dizer que conheço de perto e até na pele, as bocas, calúnias e provocações que alguns usam ou alimentam, em campanhas verdadeiramente orquestradas para destruir qualquer coisa que ouse nascer ou impor-se á margem dessas cabeças intituladas bem pensantes.E afirmo-o com tanto á vontade quanto sei daquilo que falo.Como sei que em Beja se alguém não quiser ser incomodado é não fazer nada.Ou seja, não fazer ondas.Esses senhores adoram quem não faz nada.sabe porquê? Pela simples razão de que assim, a sua inércia não é colocada em causa.No entanto, o facto de procurar alinhavar algumas ideias aqui no seu blogue, é porque penso que seria importante uma discussão séria e civilizada acerca dos problemas da cidade em geral e em particular da cultura, área que é transversal a tudo o resto.E é este entendimento de cultura que eu penso que anda arredado do debate público. Claro que sinto a ausência deste debate e como a inexistência de uma estratégia para a cultura tem sido um campo fértil para descontextualizar qualquer iniciativa, tirar força aos projectos,impossiblitar a participação,criar um espaço acéfalo, onde pensar dá muito trabalho e o melhor é criticar destrutivamente,porque assim ninguém faz sombra á mediocridade. Sei que não é fácil e tenho dúvidas que exista massa crítica disponível para esse debate.A única certeza que tenho é que sem se pensar esta cidade em todas as suas componentes, ao ponto de se construir um pensamento fundamentado acerca do modo de intervir e onde queremos chegar,seremos cada vez mais uma periferia da periferia.Um subúrbio.Uma Brandôa. Y

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  10. Anónimo17:04

    "h" só mais uma coisa: apolítica cultural não pode limitar-se á soma de subsidios e nem ao rol de iniciativas culturais.Um ponto central é o da formação de públicos.Y

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  11. Anónimo18:19

    Soube há pouco que uma companhia "profissional" de teatro recebe 48 mil euros da câmara.
    48 mil euros???? Bem bom. Como não sei, gostaria que me respondessem a algumas perguntas. Quem são os actores, encenadores, técnicos, autores das peças dos Lendias? Quantas peças já fez esta companhia “profissional” este ano? Quanto já recebeu da câmara nos anos anteriores?
    Ass : perguntar não ofende

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  12. Perguntar não ofende (frase muito ao gosto do dono aqui da taberna) - Desconheço em absoluto os valores de subsídios da CMB, deste ano, quer a esta companhia quer a outras!
    Sobre a outra questão, sei o que está na página: http://www.lendiasdencantar.blogspot.com/

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Respeite as opiniões contrárias! Se todos tivéssemos o mesmo gosto, andávamos todos atrás da sua namorada! Ou numa noite de copos, a perseguir a sua mulher!