quinta-feira, dezembro 11, 2008

Este blogue é contra pneus... (com Adenda)

... e contra amaricados carros prostitutos que não têm a meretriz de uma roda sobresselente!

Adenda dentro do contexto dos comments"

A nível do ensino básico, o ratio professor/estudante é de um para 11, abaixo da média da OCDE (16); e no secundário é o mesmo, também abaixo da média (13) - com a curiosidade de no privado haver um ratio superior. Sendo um dos países da OCDE com menor PIB per capita, Portugal está, nesse grupo, entre os que melhor paga aos professores. Por outro lado, se os professores portugueses em início de carreira estão entre os mais mal pagos da OCDE (em termos de poder de compra comparativo), a partir de 15 anos de carreira sobem na escala, ultrapassando a Suécia, a Itália e a Noruega, e no topo estão ao nível dos salários dos seus congéneres alemães e finlandeses, acima da Dinamarca, do Reino Unido e da França. Por fim, o tempo total de trabalho exigido aos professores portugueses (1440 horas/ano) está mais de 250 horas abaixo da média da OCDE. Dificilmente o retrato de uma classe mártir e explorada. Antes pelo contrário.

(publicado hoje no dn, roubado ao Jugular, por Fernanda Câncio)

21 comentários:

  1. Anónimo17:09

    ARTIGO DE OPINIÃO DO SEMANÁRIO JORNAL EXPRESSO
    http://educar.files.wordpress.com/2008/11/exp22nov080001.jpg

    ResponderEliminar
  2. Sempreempé18:03

    Há horas de azar.
    Compra um BMW.
    Lol...

    ResponderEliminar
  3. @meu caro anónimo - Já que gosta de ler o expresso, aproveite para ler também esta: http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/465581

    ResponderEliminar
  4. Anónimo22:03

    Eu quero ser avaliado como nas universidades e politécnicos.

    ResponderEliminar
  5. Anónimo22:17

    O que a rapaziada socialista tem vergonha de dizer é que destruiu o ensino profissional de excelência que havia em 25 de Abril de 1974. Foi paulatinamente destruindo a autoridade dos professores, entregou-as aos alunos que podem agora entrar no ensino inferior português sem realizar um único exame, uma única oral. Vejamos: faz o 6ºano, entra num CEF até ao 9º ano. Faz o secundário com CEF ou profissionais ou EFAs ou CNO. Espera 1 ou 2 anos, entra numa porcaria qualquer que se diz de ensino superior ao abrigo do contigente para maior que 23 anos. E depois aí temos um excelente licenciado. Obrigado esquerda.

    ResponderEliminar
  6. Anónimo22:57

    "O memorando de entendimento que, em Abril do corrente ano, foi assinado com a plataforma sindical, onde foram acordadas as condições de aplicação do modelo de avaliação neste primeiro ciclo avaliativo, foi na altura recusado por muitas escolas, entre as quais a Escola Infanta D. Maria que, de certo modo, já anteviam este desfecho.
    Apesar do Ministério afirmar que foram ouvidos todos os intervenientes e parceiros do sistema educativo, identificou alguns problemas mas não identificou, ou não quis reconhecer, o principal problema: Este modelo de avaliação carece de racionalidade pedagógico-didáctica ! O pedido da suspensão do modelo foi feito pelos 120 000 professores no dia 8 de Novembro (já o havia sido feito em 8 de Março), exprimiu-se nas diferentes reuniões do Ministério com os Conselhos Executivos, foi feito por algumas associações de Pais a que se junta agora a CONFAP (“não se pode suspender algo que já está parado!”) foi feito por toda a oposição, pelo Conselho das Escolas, pelo Sindicato dos Inspectores da Educação. Afinal, a auscultação pela equipa ministerial serviu para dizer que nenhum dos que pedem a suspensão estão certos e, “lavando as mãos”, gritam com a voz de “um deus ex-máquina”: vamos simplificar o modelo. Deste modo, a opinião pública afirmará: a Ministra cede, os professores não! Isto é absolutamente falacioso e passamos a explicar porquê:
    Embora as diferentes medidas, isoladamente sejam razoáveis e susceptíveis de serem aceites pela opinião pública como um avanço no sentido de resolver o impasse, de facto, A SIMPLIFICAÇÃO NÃO O RESOLVE."
    Professor Ramiro Marques da ESE de Santarém

    "1º medida do simplex : Garantir que os professores, sempre que o requeiram, possam ser avaliados por avaliadores da mesma área disciplinar
    Vejamos um caso concreto na Escola Secundária Infanta D. Maria: a coordenadora do Departamento de Ciências Sociais e Humanas é do grupo disciplinar de Geografia; delegou competências numa professora titular de Economia e numa professora titular de Filosofia para avaliarem os respectivos professores do grupo de recrutamento. A coordenadora de Departamento, de acordo com o inicialmente previsto teria a cargo a avaliação dos colegas de Geografia (3) dos colegas História (5) e ainda as duas colegas em quem delegou competências (10 no total). Com a simplificação do modelo e a possibilidade de os avaliados poderem ter avaliadores da mesma área disciplinar (grupo de recrutamento), os cinco professores de História podem fazer essa exigência. Não havendo nenhum professor titular em quem delegar competências, um professor de História, não contratado, poderá ser nomeado titular em comissão de serviço e avaliar os seus colegas.
    De acordo com a medida nº 7 do “simplex” há que Clarificar o regime de avaliação dos avaliadores. Assim, a Coordenadora do Departamento de Ciências Sociais e Humanas, as duas titulares em quem delegou competências e a professora de História, avaliadora não titular (titular em comissão de serviço), passarão a ser avaliadas apenas pelo Conselho Executivo. A Coordenadora do Departamento de Ciências Sociais e Humanas passará assim a avaliar só as três colegas de Geografia e alguma de História que “prefira” a sua avaliação (!!!)
    No que se refere às quotas máximas, as 4 Coordenadoras de Departamento poderão aceder a um Excelente, um Muito Bom e dois Bons; as avaliadoras titulares e os professores avaliadores não titulares (titulares em comissão de serviço), em quem foram delegadas competências, terão como percentagem máxima de quotas, 5% de Excelentes e 20% de Muito Bons. A professora (de História, por exemplo) não titular, mas avaliadora, irá concorrer a vagas de titular tal como os restantes professores que ela poderá avaliar. Como para aceder a estas vagas a classificação é um factor importante, pelo menos para desempate, a professora avaliadora titular em comissão de serviço, irá avaliar com interesse em causa própria.
    Os professores avaliados só poderão candidatar-se a Excelente ou Muito Bom se tiverem aulas assistidas pela avaliadora, enquanto que esta não necessita dessa condição para se candidatar a Excelente ou Muito Bom.
    Esta situação repete-se noutros departamentos, por exemplo, no Departamento de Línguas, só existe um professor de Espanhol: se ele quiser ser avaliado por um da sua disciplina tem que se ir procurar noutra Escola da cidade um avaliador. E se cada professor de Espanhol quiser ser avaliado por um professor de Espanhol, avaliam-se uns aos outros?

    Se as divisões, conflitos e tensões já existiam, pioram ainda mais e o sistema em vez de simplificar, complica.

    2ª medida do “simplex” - Não considerar o parâmetro referente ao progresso dos resultados escolares e à redução das taxas de abandono escolar.

    Esta era uma medida reclamada pelos professores que, levava a que cada professor, no início do ano, tivesse que “prever” os resultados finais dos seus alunos tendo em conta o ponto de partida. Assim, traçaria os seus objectivos considerando o progresso nas aprendizagens, a evolução da classificação da sua disciplina face às restantes disciplinas, face às classificações da mesma disciplina/ano e ainda face à avaliação externa (neste caso só para as disciplinas com exame). No final do ano, não se poderia afastar dos objectivos traçados, pois isso conduziria a penalização do professor. Resolvia-se facilmente de uma forma administrativa….

    3ª medida do “simplex” - Promover a simplificação dos instrumentos de avaliação

    Não havia alternativa senão simplificar: Para preencher, por exemplo, a ficha de avaliação do Conselho Executivo respeitante a cada um dos professores da Escola, os instrumentos de registo tinham 95 descritores se fossem considerados todos os parâmetros, subparâmetros e itens. Note-se que nestas fichas havia 5 parâmetros, 13 subparâmetros e 23 itens. Exceptuando o subparâmetro A1, para cada um dos restantes itens houve que encontrar descritores a fim de, em cada um deles, classificar cada professor de acordo com os valores propostos pela tutela: 10, 8, 7, 6 ou 3.
    É de referir que, para além da ficha do Conselho Executivo, foi necessário elaborar instrumentos de registo que permitissem preencher outras cinco (!!!) fichas tão complexas como esta!!!
    Neste momento, com o final do 1º período, torna-se impraticável voltar de novo a rever fichas e a encontrar novos descritores.
    Esta medida denota o afastamento da realidade das Escolas, por parte do legislador, quando propõe fichas como aquelas que levaram horas e horas de trabalho sem possibilidade de, na prática, virem a ser aplicadas e portanto é o reconhecimento (não assumido publicamente) da parte da tutela da inexequibilidade deste processo.


    4ª medida do “simplex” - Dispensar, em caso de acordo, a realização de reuniões entre avaliador e avaliado
    Estas reuniões poderiam contribuir para a parte formativa da avaliação, se de facto este fosse um processo formativo.

    5ª medida do “simplex” - Tornar voluntária a avaliação da componente científico-pedagógica
    Esta componente constitui requisito necessário à obtenção das classificações de “Muito Bom” e “Excelente”; retirá-la, significa reconhecer que o que é importante para esta equipa ministerial é a componente organizacional e não a verdadeira essência do que é ser Professor, ou seja, a sua preparação cientifico-pedagógica e a relação com os alunos. Para um professor ser BOM basta ser assíduo, participar na vida da Escola, participar em acções de formação contínua e ter boa relação com a comunidade!!! Se a finalidade deste modelo de avaliação é melhorar o ensino-aprendizagem, esta medida contradita de forma clara essa dimensão.

    6ª medida do “simplex” - Reduzir o número mínimo de aulas a observar
    A redução de 3 para 2 aulas a observar, não constitui cedência, uma vez que estava prevista a observação mínima de uma aula por período. Como o 1º período já está no fim, é normal que haja redução para duas aulas a observar, uma em cada um dos períodos restantes!

    7ª medida do “simplex” Clarificar o regime de avaliação dos avaliadores – Já foi referido em conjunto com a 1ª medida.

    8ª medida do “simplex” Alargar as acções de formação contínua consideradas na avaliação
    Com a fusão dos centros de formação, chegamos ao final do 1º período sem ofertas formativas e por isso é necessário recorrer a acções de formação, realizadas em anos anteriores, acreditadas e que não tenham sido utilizadas em anteriores avaliações. A proposta do Ministério, ao atribuir a menção de Bom nos casos em que não exista classificação destas acções, remete para algo que já observámos “do outro lado do Atlântico”…. Serve tudo, desde que no final haja uma nota!!!

    9ª medida do “simplex”. Melhoria das condições de trabalho para os avaliadores
    Os avaliadores têm uma sobrecarga de trabalho que justificaria para todos, redução da componente lectiva. Com o horário lectivo sem qualquer redução, como é o caso dos avaliadores em fim de carreira, estes têm o mesmo número de turmas que os restantes colegas e, necessariamente, o mesmo número de provas para realizar, de testes para corrigir, de aulas para preparar. Como se isso não bastasse, ainda são chamados para umas acções de formação, em horário pós-laboral, incluindo sábados durante todo o dia. Esta situação deveria ter sido prevista antes e não nesta altura do ano em que, a única saída para mascarar o problema é a possibilidade de “remunerar, através do pagamento de horas extraordinárias”.
    Com a componente lectiva completa, cada vez que um professor avaliador assista às aulas de um colega, os seus alunos terão aulas de substituição, nem sempre garantidas por um professor da mesma disciplina!!!

    Finalmente, fica bem claro que esta “avaliação inspirada em modelo chileno” tem como objectivo último atribuir quotas, fundamentais para impedir o acesso de 2/3 dos professores ao topo da carreira. De facto o que o Ministério pretende é uma classificação por quotas absolutamente administrativa e não uma avaliação que cumpra os objectivos consignados no artigo 40.º do Estatuto da Carreira Docente (Decreto-Lei n.º 15/2007, de 19 de Janeiro) dos quais destacamos “Melhorar a qualidade das aprendizagens e dos resultados escolares dos alunos”.
    Para haver mérito não são necessárias quotas. A avaliação é formação, evolução, melhoria. Nada disto está presente nem no modelo, nem no “simplex” que o Ministério procura impor às Escolas.
    Se o Ministério pretender continuar a defender a política economicista patente no actual modelo de avaliação, então para a progressão na carreira, defina um procedimento concursal, com ou sem quotas, mas acabe com mais uma das muitas injustiças que está a impor, para mais tarde reconhecer o erro e ter que voltar atrás: Acabe com as quotas na avaliação de desempenho, limite-se a definir os critérios do mérito, e que este seja atribuído a quem realmente o mereça."

    Maria do Rosário Gama
    Professora na Escola Secundária Infanta D. Maria - Coimbra

    ResponderEliminar
  7. Piruças23:41

    Amigo anónimo voçê põe-me a cabeça á roda!!!!

    ResponderEliminar
  8. looool - parece que tiveste um furo...

    Bem, esse anónimo - deve ir buscar os blogues mais vistos para colocar aqui os seus comentários - não sabendo que quase ninguém tem pachorra para os ler, peeeenso eu de que!

    ResponderEliminar
  9. ... que seca de comentário...

    ResponderEliminar
  10. Anónimo01:52

    Não consigo entender a razão porque os profes e os ministres andam á volta da questão mas evitam falar nela. Ou seja, a questão, no entendimento de um leigo nesssa e em tantas matérias, é a de que como se justifica em 2 muito bons, que um passa de escalão, ganha mais, etc e o outro, tendo a mesmissima nota de muito bom fica a marcar passo. Será que alguém me explica o critério usado e a sua racionalidade'? Eu agradecia.Mas bem explicadinho, porque sou um pouco lerda m&M

    ResponderEliminar
  11. e se alguém me explicar a relação entre os comment e o furo do meu pobre pneu, fico muito agradecido. Será a insinuação de que o senhor do bigode, me furou o dito?

    ResponderEliminar
  12. Piruças15:50

    Realmente...relacionado com pneu estará massagem adelgaçante localizada!!Se precisar desse serviço, por favor não se acanhe e contacte-me via "VIAGRA E PROZAC".(ora aqui está um belo sítio para publicitar o meu trabalho, sempre fica mais barato que na R.V.P.

    ResponderEliminar
  13. @piruças - há uma regra no blogue: um tratamento gratuito ao dono e o gajo faz post a destacar! ehehehe

    ResponderEliminar
  14. Anónimo15:55

    "Afirma Fernanda Câncio que a classe docente não é «mártir e explorada».

    Isso é (ou era) mau?

    Será que Fernanda Cãncio, na falta de confrontar opiniões assinadas, fica entretida na desmontagem de mails anónimos?

    Estranha forma de vida. Resta saber se não é paga acima da média da OCDEe quantas horas acarreta de trabalho jornalístico.

    De acordo com a lógica de Fernanda Cãncio, as posições de contestação dos docentes não devem ser tidos em consideração porque eles não são todos, afinal, mártires e explorados. A dedução implícita é que, sendo assim, está certo que passem a ser penalizados e sacrificados, em termos materiais e de condições de trabalho.

    Mas isso, mesmo contestando a forma como alguns dados são lidos, sem cruzamento com outros (temos um ratio mais favorável de alunos por professor, porque, por exemplo, muitos de nós desempenham funções que em países civilizados são desempenhadas por outro pessoal técnico especializado), apenas confirma o que há muito dizemos: as políticas do ME visam atacar as condições materiais da classe docente, que consideram privilegiada. Mesmo que isso assim não seja.

    Fernanda Cãncio acaba, pois, por confirmar que as opiniões contra a contestação dos dcocentes não são motivadas por qualquer preocupação com a excelência do seu desempenho, mas com as conveniências orçamentais.

    Obrigado, Fernanda Câncio, pela explícita confissão.

    Já sabíamos, sôtôra, mas agradecemos a douta e informada admissão.

    Para a próxima, já agora, analise, a celeridade com que o Governo se preocupou em suavizar a crise para os accionistas do BPN e BPP.

    Ou será pedir muito?

    Porque para o erário público os custos nem têm comparação…

    Ou será que não há relatório da OCDE que esteja à mão sobre o assunto.

    Muit’agradecido…"

    Professor Paulo Guinote

    ResponderEliminar
  15. piruças16:19

    H é muito fôfinho da tua parte :)

    ResponderEliminar
  16. Anónimo16:57

    Pondo de parte a Fernanda Câncio que pelos motivos sobejamente conhecidos todos percebem o alcance das suas análises, vá consultar directamente o documento e verá que
    A OCDE DESMENTE O MINISTÉRIO

    O que o Ministério sabe mas esconde cobardemente, de forma a virar os
    portugueses menos esclarecidos contra os que trabalham dia a dia para dar um futuro melhor aos filhos dos outros.

    ‘Os PROFESSORES em Portugal não são assim tão maus…’
    Consulte a última versão (2006) do Education at a Glance, publicado pela OCDE, em

    http://www.oecd.org/dataoecd/44/35/37376068.pdf.

    Se for à página 58, verá desmontada a convicção generalizada de que os professores portugueses passam pouco tempo na escola e que no estrangeiro não é assim.
    É apresentado, no estudo, o tempo de permanência na escola, onde os professores portugueses estão em 14º lugar (em 28 países), com tempos de permanência superiores aos japoneses, húngaros, coreanos, espanhóis, gregos, italianos, finlandeses, austríacos, franceses, dinamarqueses, luxamburgueses, checos, islandeses e noruegueses!

    No mesmo documento de 2006 poderá verificar, na página 56, que os professores portugueses estão em 21º lugar (em 31 países) quanto a
    salários!
    Na página 32 poderá verificar que, quanto a investimento na educação em relação ao PIB, estamos num modesto 19º lugar (em 31 países) e que estamos em 23º lugar (em 31 países) quanto ao investimento por aluno.

    E isto, o M.E. não manda publicar…
    Não tem problema. Já estamos habituados a fazer todos os serviços.
    Nós divulgamos aqui e passamos ao maior número de pessoas possível, para que se divulgue e publique a verdade.

    ResponderEliminar
  17. Anónimo17:14

    Tabelas salariais dos Ensinos Politécnico e Universitário (2008)

    http://www.snesup.pt/htmls/EkppVZElykGBNrnpeG.shtml

    Note-se que a categoria de “assistente”, ainda não pertencente aos quadros das carreiras, vence por um ordenado igual ao topo do topo da antiga carreira dos docentes dos Ensino Básico e Secundário. Digo, topo dos topos porque existiam professores que unicamente poderiam progredir até ao 9º escalão.

    Neste níveis de Ensino muita da progressão é feita, unicamente, via tempo de serviço.

    ResponderEliminar
  18. Anónimo17:26

    Segundo o relatório da OCDE são aqueles os vencimentos anuais dos professores em Portugal. São iguais para o básico e secundário. Para saber o vencimento bruto por mês basta dividir por 14

    Professor início de carreira- 1433,71

    Professor com 15 anos de serviço- 2347,59

    Professor no topo da carreira-3682,30


    A minha mulher, professora com 18 anos de serviço anda a esconder-me dinheiro? Terá um gigolo?
    Como é que as Finanças ainda não deram conta que ela ganha mais do que me diz para preencher a declaração de IRS?

    A OCDE é fiável?

    ResponderEliminar
  19. Anónimo19:36

    Zzzzz Zzzzz Zzzzzz

    ResponderEliminar
  20. sgpax20:06

    Phone-ix. Ganda seca....

    ResponderEliminar
  21. Realmente as contas devem estar feitas em bruto... pois liquidamente um professor em inicio de carreira pouco ultrapassa os 900 euros por mês...

    Digo eu ..... nao sei ;)

    ResponderEliminar

Respeite as opiniões contrárias! Se todos tivéssemos o mesmo gosto, andávamos todos atrás da sua namorada! Ou numa noite de copos, a perseguir a sua mulher!