sexta-feira, junho 03, 2011

Quase que valia a pena pensar nisto...


O nosso limite não são as tristezas, o falhanço, a incompreensões, as mágoas, as traições… o nosso limite é o aborrecimento, o nosso limite é ficar farto! Depois… só nos resta começar de novo…

8 comentários:

  1. Anónimo16:00

    Acho que o titulo diz precisamente o que eu penso... Quase... mas não vale muito a pena! ;)

    ps. como não sabia onde comentar isto... No outro dia fui a um bar de Karaoke e cantei "A Mula da Cooperativa", não foi bonito, mas engraçado!

    Catarina

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  2. nem mais...quase... mas hj não, outro dia lol
    bjs* cota

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  3. Anónimo19:10

    Acho ótimo ficar "farto".

    Para mim, isso é o sinal irreversível de que, depois de tantas tentativas todas as hipóteses foram esgotadas, de que realmente não adianta tapar com manta de retalhos, que puxa de um lado, destapa do outro e, a partir desse momento de saturação completa, ganha-se finalmente coragem e segue-se um novo rumo, no qual já não há nada a perder e o qual abre uma imensa planície repleta de segredos que aguardam serem desvelados... renascemos de novo e, surpreendentemente, encontramos quem somos!!!

    depois de pensar? Viver cada e todos os dias!!!!!

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  4. Pedro21:37

    E como se recomça quando estamos fartos?

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  5. Anónimo21:59

    Pedro: a resposta à sua questão só cada um pode decidir por si próprio, pois cada um tem que assumir as decisões que toma.

    Apenas uma sugestão: recomeçar por si próprio, mudar a sua atitude, a sua forma de agir,ver outras perspectivas, aprendendo com os erros e, sobretudo, valorizando os aspectos positivos (porque os há sempre.)

    Até podemos estar fartos de tudo e de todos mas, se mudarmos um pouquinho que seja da nossa atitude, seremos uma gota que agita o oceano...

    Concorda?

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  7. Anónimo02:18

    "Há os que desistem antes
    há os que desistem durante
    e há os que desistem depois
    Há os que desistem cedo
    há os que desistem tarde
    e há os que nunca desistem
    Eu prefiro pertencer à minoria reminiscente
    dos que nem o verbo conjugam"

    Ademar Ferreira dos Santos

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  8. Pedro11:03

    Anónimo 21:59 -> Concordo com o 1º parágrafo.
    Em relação ao 2º parágrafo, e se já se tenha feito isso?
    Quando falo em recomeçar de novo, quebrando a monotonia e o aborrecimento, falo em "mudar de mundo". Ir para outro local diferente: outro país, outra cidade, outra cultura, fazer novos amigos, arranjar novas namoradas, trabalhar noutro local, vivenciar outras experiências, sentir, cheirar, viver outras coisas. O problemá é sempre o que nos prende cá, ou seja, o que prende cada um no "seu mundo".
    Como se dá o passo?

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Respeite as opiniões contrárias! Se todos tivéssemos o mesmo gosto, andávamos todos atrás da sua namorada! Ou numa noite de copos, a perseguir a sua mulher!