quarta-feira, janeiro 14, 2009

100 razões para amar Beja - 7

É insofismável que existe uma Beja antes e uma Beja depois do Instituto Politécnico de Beja! Não tenho a ingenuidade de pensar que o IPBeja é um mundo perfeito: sou o primeiro a reconhecer que se já se galgou um grande caminho, ainda muito há para trilhar! O facto de ser uma jovem instituição, - especialmente quando comparada com a sua mais próxima concorrente - obviamente que carrega consigo imperfeições e dificuldades, mormente, a circunstância de muitos dos seus quadros estarem em formação. Ao que fica escrito, acresce a interioridade e a miopia da politica educativa de Lisboa, sempre lesta a criar dificuldades e inepta nas soluções.
Mas desvalorizemos por ora os dramas e vamos enaltecer o importante. Se algo mudou o rosto da cidade de Beja foi o surgimento do Ensino Superior, público e privado. Infelizmente, depois da loucura da década de novente, ISPA, ISSS e Moderna não resistiram, sendo que hoje o Politécnico é o unico sinónimo de Ensino Superior!
Temo que a cidade nem sempre compreenda a importância do IPB permitir fixar na cidade cerca de quatro centenas de quadros superiores, de possibiliar que alguns milhares de estudantes façam aqui a sua formação superior e alguns deles o resto das suas vidas.
Descentralizar o ensino, tem permitido ao longo dos anos formar milhares de pessoas, quer os mais jovens, quer adultos que não tiveram o privilégio de ter meninice! Alguém medir a quantidade de pessoas que apenas conseguiram tirar uma licenciatura porque o puderam fazer sem sair da sua cidade? Sou eu apenas que tenho memória ou os meus leitores esqueceram o marasmo que era esta cidade na décade de oitenta, antes dos primeiros estudantes chegarem ao burgo?

16 comentários:

  1. Anónimo00:30

    Quando tem razão, tem razão...

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  2. Anónimo10:30

    O IPB, juntamente com as demais instituiçoes privadas de ensino superior, com a biblioteca municipal, alavancaram um surto de desenvolvimento como Beja nunca tinha tido. Surto esse que acompanhou toda a década de 90 e trouxe uma dinâmica á cidade como ela nunca tinha tido. Esta é a prova provada em como nem sempre sao as empresa o motor do desenvolvimento. Infelizmente os diversos poderes nao souberam potenciar aquilo que lhes caiu no prato.Uma cidade que quer ter ensino superior, deve saber que isso tem um custo.Assim como ter uma biblioteca de qualidade tem um preço. Mas em Beja pensa-se ainda de que as coisas não tem preço...M%M

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  3. Marasmo esse que seria ainda muito maior nessa década de 80 se não fossem os meus conterrâneos...

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  4. nessa altura... eu não me recordo! mas consegue ver-se facilmente o estado da cidade em alturas em que os estudantes, ou estão em época de frequências, ou de férias...

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  5. vitor12:23

    Ainda de bem que o Hugo fala da loucura dos anos 90. Como antigo aluno da Moderna de Beja e membro da sua A.E, recordo com bastante saudade as nossas intervenções na cidade: o suplemento no Diário do Alentejo, o programa de rádio " Noites do Convento", na RVP. Fomos uma grande pedrada no charco...

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  6. @babe - Os estudantes vão merecer um post específico!

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  7. @Vitor - Tem razão: fizeram-se coisas bem bonitas..

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  8. Anónimo14:05

    Quantos alunos tem?

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  9. Anónimo22:08

    É verdade que uma das melhores coisas que a cidade tem é o I.P.B. Antes de ir para lá estudar pensava "que não era nada". Agora que estudo lá vejo que aquilo é "maior" do que muitas pessoas pensam. O I.P.B. mantém muitas jovens na cidade (que é o meu caso), traz muitos jovens para a cidade e dá emprego a muitas pessoas. E neste momento é o que a nossa bela cidade precisa.

    Bem haja a todos que gostam de Beja.

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  10. Anónimo15:53

    "Quantos alunos tem?" Li em qualquer sítio (mas não me lembro aonde), e dizia que tinha cerca de 3.300 alunos.

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  11. Confesso que desconheço o número exacto, mas andará perto dos 3500! Talvez um pouco menos!

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  12. Anónimo00:42

    3500 alunos! HEHEHEHEHEHEHEHEHEHEHE
    Desses certamente a maioria teve no IPB a única hipótese de "tirar um curso" ...

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  13. Anónimo00:43

    Queria dizer a última opção, sorry

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  14. Anónimo00:43

    Queria dizer a última opção, sorry

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  15. @anónimo . não tenho o numero exacto, mas sao mais de 3000. Sobre dizer que é a ultima opção, revela grosseira ignorância!

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